Dados:ItensNR/NR12/Anexos: mudanças entre as edições
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. Havendo risco de queda de objetos e materiais, o vão entre o rodapé e o travessão superior do guarda corpo deve receber proteção fixa, integral e resistente. |grafico= |nota= |forma=|code=312518-1|infra=2|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. Havendo risco de queda de objetos e materiais, o vão entre o rodapé e o travessão superior do guarda corpo deve receber proteção fixa, integral e resistente. |grafico= |nota= |forma=|code=312518-1|infra=2|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008.0001 |iteracao=8.1 |nivel=2 |texto=8.1 A proteção mencionada no item 8 pode ser constituída de tela resistente, desde que sua malha não permita a passagem de qualquer objeto ou material que possa causar lesões aos trabalhadores. |grafico= |nota= |forma=|code=312519-0|infra=2|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008.0001 |iteracao=8.1 |nivel=2 |texto=8.1 A proteção mencionada no item 8 pode ser constituída de tela resistente, desde que sua malha não permita a passagem de qualquer objeto ou material que possa causar lesões aos trabalhadores. |grafico= |nota= |forma=|code=312519-0|infra=2|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0009 |iteracao=9 |nivel=1 |texto=9. Para o sistema de proteção contra quedas em plataformas utilizadas em operações de abastecimento ou que acumulam sujidades, é permitida a adoção das dimensões da Figura 3 deste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0009 |iteracao=9 |nivel=1 |texto=9. Para o sistema de proteção contra quedas em plataformas utilizadas em operações de abastecimento ou que acumulam sujidades, é permitida a adoção das dimensões da Figura 3 deste Anexo. |grafico=1007 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010 |iteracao=10 |nivel=1 |texto=10. As passarelas, plataformas e rampas devem ter as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010 |iteracao=10 |nivel=1 |texto=10. As passarelas, plataformas e rampas devem ter as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010.0000_a |iteracao=10.a |nivel=2 |texto=a) largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros); e |grafico= |nota= |forma=|code=312520-3|infra=2|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010.0000_a |iteracao=10.a |nivel=2 |texto=a) largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros); e |grafico= |nota= |forma=|code=312520-3|infra=2|classe=S}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_e |iteracao=11.e |nivel=2 |texto=e) plataforma de descanso com largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros) e comprimento a intervalos de, no máximo, 3,00 m (três metros) de altura; |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_e |iteracao=11.e |nivel=2 |texto=e) plataforma de descanso com largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros) e comprimento a intervalos de, no máximo, 3,00 m (três metros) de altura; |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_f |iteracao=11.f |nivel=2 |texto=f) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_f |iteracao=11.f |nivel=2 |texto=f) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-08-01 |vige=2019-08-01 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_g |iteracao=11.g |nivel=2 |texto=g) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); degraus com profundidade livre, “g”, que atendam à fórmula: 600≤ g +2h ≤ 660 (dimensões em milímetros), conforme Figura 4. |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-08-01 |vige=2019-08-01 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_g |iteracao=11.g |nivel=2 |texto=g) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); degraus com profundidade livre, “g”, que atendam à fórmula: 600≤ g +2h ≤ 660 (dimensões em milímetros), conforme Figura 4. |grafico=1011 |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0001 |iteracao=11.1 |nivel=2 |texto=11.1 Para escadas com único lance cuja altura for inferior a 1,50 m (um metro e cinquenta centímetros), a largura útil mínima poderá ser reduzida para 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0001 |iteracao=11.1 |nivel=2 |texto=11.1 Para escadas com único lance cuja altura for inferior a 1,50 m (um metro e cinquenta centímetros), a largura útil mínima poderá ser reduzida para 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0002 |iteracao=11.2 |nivel=2 |texto=11.2 As escadas de degraus sem espelho das máquinas e equipamentos instaladas antes da publicação da Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, ficam dispensadas do atendimento das alíneas “a” e “e” (exceto quanto ao intervalo de até três metros) do item 11 deste Anexo, devendo ser garantida largura útil mínima de 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312523-8|infra=3|classe=S}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0002 |iteracao=11.2 |nivel=2 |texto=11.2 As escadas de degraus sem espelho das máquinas e equipamentos instaladas antes da publicação da Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, ficam dispensadas do atendimento das alíneas “a” e “e” (exceto quanto ao intervalo de até três metros) do item 11 deste Anexo, devendo ser garantida largura útil mínima de 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312523-8|infra=3|classe=S}} | ||
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{{ItensNR |publica=2021-10-08 |vige=2021-11-03 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0006 |iteracao=1.6 |nivel=2 |texto=1.6. as máquinas e equipamentos que atendam as disposições sobre meios de acesso, previstas em normas técnicas oficiais, ou internacionais, vigentes em 30 de julho de 2019, ou nas que venham a substituí-las, ficam dispensadas de cumprirem as exigências contidas neste anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2021-10-08 |vige=2021-11-03 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0006 |iteracao=1.6 |nivel=2 |texto=1.6. as máquinas e equipamentos que atendam as disposições sobre meios de acesso, previstas em normas técnicas oficiais, ou internacionais, vigentes em 30 de julho de 2019, ou nas que venham a substituí-las, ficam dispensadas de cumprirem as exigências contidas neste anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico=1012 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico=1013 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0023 |iteracao=23 |nivel=1 |texto=Chave de segurança: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina parada enquanto a proteção ou porta estiver aberta, com contato mecânico – físico, como as eletromecânicas, ou sem contato, como as ópticas e magnéticas. Deve ter ruptura positiva, duplo canal, contatos normalmente fechados e ser monitorada por interface de segurança. A chave de segurança não deve permitir sua manipulação – burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0023 |iteracao=23 |nivel=1 |texto=Chave de segurança: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina parada enquanto a proteção ou porta estiver aberta, com contato mecânico – físico, como as eletromecânicas, ou sem contato, como as ópticas e magnéticas. Deve ter ruptura positiva, duplo canal, contatos normalmente fechados e ser monitorada por interface de segurança. A chave de segurança não deve permitir sua manipulação – burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0024 |iteracao=24 |nivel=1 |texto=Chave de segurança eletromecânica: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina desligada enquanto a proteção ou porta estiver aberta. Seu funcionamento se dá por contato físico entre o corpo da chave e o atuador - lingüeta ou por contato entre seus elementos - chave de um só corpo, como o fim de curso de segurança. É passível de desgaste mecânico, devendo ser utilizado de forma redundante, quando a análise de risco assim exigir, para evitar que uma falha mecânica, como a quebra do atuador dentro da chave, leve à perda da condição de segurança. Deve ainda ser monitorado por interface de segurança para detecção de falhas elétricas e não deve permitir sua manipulação - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. Deve ser instalado utilizando-se o princípio de ação e ruptura positiva, de modo a garantir a interrupção do circuito de comando elétrico, mantendo seus contatos normalmente fechados - NF ligados de forma rígida, quando a proteção for aberta. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0024 |iteracao=24 |nivel=1 |texto=Chave de segurança eletromecânica: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina desligada enquanto a proteção ou porta estiver aberta. Seu funcionamento se dá por contato físico entre o corpo da chave e o atuador - lingüeta ou por contato entre seus elementos - chave de um só corpo, como o fim de curso de segurança. É passível de desgaste mecânico, devendo ser utilizado de forma redundante, quando a análise de risco assim exigir, para evitar que uma falha mecânica, como a quebra do atuador dentro da chave, leve à perda da condição de segurança. Deve ainda ser monitorado por interface de segurança para detecção de falhas elétricas e não deve permitir sua manipulação - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. Deve ser instalado utilizando-se o princípio de ação e ruptura positiva, de modo a garantir a interrupção do circuito de comando elétrico, mantendo seus contatos normalmente fechados - NF ligados de forma rígida, quando a proteção for aberta. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0025 |iteracao=25 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0025 |iteracao=25 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico=1015 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico=1016 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico=1017 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1019 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico=1020 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico=1021 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado – hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como seqüenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado – hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como seqüenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Controlador lógico programável - CLP de segurança: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória programável para armazenar e executar internamente instruções e funções específicas de programa - software, tais como lógica, seqüenciamento, temporização, contagem, aritmética e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. O CLP de segurança deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Controlador lógico programável - CLP de segurança: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória programável para armazenar e executar internamente instruções e funções específicas de programa - software, tais como lógica, seqüenciamento, temporização, contagem, aritmética e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. O CLP de segurança deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 321: | Linha 321: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0046 |iteracao=46 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0046 |iteracao=46 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0047 |iteracao=47 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0047 |iteracao=47 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0048 |iteracao=48 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0048 |iteracao=48 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico=1022 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0049 |iteracao=49 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0049 |iteracao=49 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0050 |iteracao=50 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta Norma são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, freqüência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0050 |iteracao=50 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta Norma são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, freqüência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 332: | Linha 332: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0057 |iteracao=57 |nivel=1 |texto=lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0057 |iteracao=57 |nivel=1 |texto=lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0058 |iteracao=58 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0058 |iteracao=58 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 353: | Linha 353: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0082 |iteracao=82 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0082 |iteracao=82 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 377: | Linha 377: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0103 |iteracao=103 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0103 |iteracao=103 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0104 |iteracao=104 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0104 |iteracao=104 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico=1027 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0105 |iteracao=105 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0105 |iteracao=105 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0106 |iteracao=106 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatorimente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0106 |iteracao=106 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatorimente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 387: | Linha 387: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Muting: desabilitação automática e temporária de uma função de segurança por meio de componentes de segurança ou circuitos de comando responsáveis pela segurança, durante o funcionamento normal da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Muting: desabilitação automática e temporária de uma função de segurança por meio de componentes de segurança ou circuitos de comando responsáveis pela segurança, durante o funcionamento normal da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta Norma, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta Norma, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1028 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0116 |iteracao=116 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0116 |iteracao=116 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico=1030 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0117 |iteracao=117 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agro-florestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0117 |iteracao=117 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agro-florestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0118 |iteracao=118 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0118 |iteracao=118 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Proteção fixa distante: proteção que não cobre completamente a zona de perigo, mas que impede ou reduz o acesso em razão de suas dimensões e sua distância em relação à zona de perigo, como, por exemplo, grade de perímetro ou proteção em túnel. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Proteção fixa distante: proteção que não cobre completamente a zona de perigo, mas que impede ou reduz o acesso em razão de suas dimensões e sua distância em relação à zona de perigo, como, por exemplo, grade de perímetro ou proteção em túnel. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico=1031 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico=1033 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0129 |iteracao=129 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0129 |iteracao=129 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0130 |iteracao=130 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0130 |iteracao=130 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 419: | Linha 419: | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tensão de trabalho - work strain: resposta interna do trabalhador ao ser exposto à pressão de trabalho, dependente de suas características individuais, por exemplo, tamanho, idade, capacidade, habilidade, destrezas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tensão de trabalho - work strain: resposta interna do trabalhador ao ser exposto à pressão de trabalho, dependente de suas características individuais, por exemplo, tamanho, idade, capacidade, habilidade, destrezas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico=1035 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1038 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0150 |iteracao=150 |nivel=1 |texto=Zona perigosa: Qualquer zona dentro ou ao redor de uma máquina ou equipamento, onde uma pessoa possa ficar exposta a risco de lesão ou dano à saúde. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0150 |iteracao=150 |nivel=1 |texto=Zona perigosa: Qualquer zona dentro ou ao redor de uma máquina ou equipamento, onde uma pessoa possa ficar exposta a risco de lesão ou dano à saúde. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 455: | Linha 455: | ||
{{ItensNR |publica=2018-12-19 |vige=2018-12-19 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0168 |iteracao=168 |nivel=1 |texto=Dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança: são dispositivos projetados para estabelecer ou para interromper a corrente em um ou mais circuitos elétricos, por exemplo: contatores, dispositivos de seccionamento comandados remotamente através de bobina de mínima tensão; inversores e conversores de frequência, softstarters e demais chaves de partida. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2018-12-19 |vige=2018-12-19 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0168 |iteracao=168 |nivel=1 |texto=Dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança: são dispositivos projetados para estabelecer ou para interromper a corrente em um ou mais circuitos elétricos, por exemplo: contatores, dispositivos de seccionamento comandados remotamente através de bobina de mínima tensão; inversores e conversores de frequência, softstarters e demais chaves de partida. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico=1012 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico=1013 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: Máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: Máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: Máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: Máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 488: | Linha 488: | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Chave de partida: combinação de todos os dispositivos de manobra necessários para partir e parar um motor. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Chave de partida: combinação de todos os dispositivos de manobra necessários para partir e parar um motor. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Circuito elétrico de comando: circuito responsável por levar o sinal gerado pelos controles da máquina ou equipamento até os dispositivos e componentes cuja função é comandar o acionamento das máquinas e equipamentos, tais como interfaces de segurança, relés, contatores, entre outros, geralmente localizados em painéis elétricos ou protegidos pela estrutura ou carenagem das máquinas e equipamentos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Circuito elétrico de comando: circuito responsável por levar o sinal gerado pelos controles da máquina ou equipamento até os dispositivos e componentes cuja função é comandar o acionamento das máquinas e equipamentos, tais como interfaces de segurança, relés, contatores, entre outros, geralmente localizados em painéis elétricos ou protegidos pela estrutura ou carenagem das máquinas e equipamentos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico=1015 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico=1016 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico=1017 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1019 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico=2020 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0033 |iteracao=33 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0033 |iteracao=33 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico=2021 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0034 |iteracao=34 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como sequenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: - redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0034 |iteracao=34 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como sequenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: - redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0035 |iteracao=35 |nivel=1 |texto=Contatos espelho: um contato auxiliar normalmente fechado (NF) que não pode estar na posição fechada ao mesmo tempo que um dos contatos principais (de força ou potência) no mesmo contator. Assim, contatos espelho é uma característica que diz respeito à ligação mecânica entre os contatos auxiliares e os contatos principais de um contator. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0035 |iteracao=35 |nivel=1 |texto=Contatos espelho: um contato auxiliar normalmente fechado (NF) que não pode estar na posição fechada ao mesmo tempo que um dos contatos principais (de força ou potência) no mesmo contator. Assim, contatos espelho é uma característica que diz respeito à ligação mecânica entre os contatos auxiliares e os contatos principais de um contator. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0064 |iteracao=64 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0064 |iteracao=64 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico=1022 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0065 |iteracao=65 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0065 |iteracao=65 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0066 |iteracao=66 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta NR são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, frequência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0066 |iteracao=66 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta NR são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, frequência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=Fatiador de frios: máquina com lâmina tracionada em formato de disco utilizada para fatiar frios. O tipo mais frequente possui lâmina girante em forma de disco com proteção regulável para cobri-la, como borda do disco e carro porta-frios. A operação de fatiar é feita pelo movimento de vai e vem do carro porta-frios, que conduz o material a ser processado sobre a lâmina girante. Esse tipo de máquina oferece risco de acidente aos trabalhadores durante a operação, regulagem manual da proteção para expor a lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=Fatiador de frios: máquina com lâmina tracionada em formato de disco utilizada para fatiar frios. O tipo mais frequente possui lâmina girante em forma de disco com proteção regulável para cobri-la, como borda do disco e carro porta-frios. A operação de fatiar é feita pelo movimento de vai e vem do carro porta-frios, que conduz o material a ser processado sobre a lâmina girante. Esse tipo de máquina oferece risco de acidente aos trabalhadores durante a operação, regulagem manual da proteção para expor a lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=Ferramenta portátil: ferramenta destina a realizar o trabalho mecânico, com ou sem provisões para montagem em um suporte, e projetada de tal forma que o motor e a máquina formem um conjunto que possa ser facilmente carregado até o local de uso, e que possa ser seguro ou suportado pela mão ou suspenso durante a operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=Ferramenta portátil: ferramenta destina a realizar o trabalho mecânico, com ou sem provisões para montagem em um suporte, e projetada de tal forma que o motor e a máquina formem um conjunto que possa ser facilmente carregado até o local de uso, e que possa ser seguro ou suportado pela mão ou suspenso durante a operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=Ferramenta transportável (semiestacionária): ferramenta que possui as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=Ferramenta transportável (semiestacionária): ferramenta que possui as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_f |iteracao=75.f |nivel=2 |texto=f) não é destinada ao uso para produção contínua ou linha de produção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_f |iteracao=75.f |nivel=2 |texto=f) não é destinada ao uso para produção contínua ou linha de produção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0001 |iteracao=77.1 |nivel=2 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0001 |iteracao=77.1 |nivel=2 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0017 |iteracao=77.17 |nivel=2 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0017 |iteracao=77.17 |nivel=2 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0018 |iteracao=77.18 |nivel=2 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0018 |iteracao=77.18 |nivel=2 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0098 |iteracao=98 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0098 |iteracao=98 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0099 |iteracao=99 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0099 |iteracao=99 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0100 |iteracao=100 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0100 |iteracao=100 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico=1027 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0101 |iteracao=101 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0101 |iteracao=101 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatoriamente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatoriamente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=2024-03-22|norma=12|origem=4 |ordena=0109 |iteracao=109 |nivel=1 |texto=Normas técnicas internacionais: normas publicadas por uma das seguintes entidades internacionais: International Organization for Standardization (ISO) ou International Electrotechnical Commission (IEC). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=2024-03-22|norma=12|origem=4 |ordena=0109 |iteracao=109 |nivel=1 |texto=Normas técnicas internacionais: normas publicadas por uma das seguintes entidades internacionais: International Organization for Standardization (ISO) ou International Electrotechnical Commission (IEC). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0110 |iteracao=110 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta NR, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0110 |iteracao=110 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta NR, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico=1030 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agroflorestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agroflorestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 618: | Linha 618: | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0123 |iteracao=123 |nivel=1 |texto=Proteção intertravada com comando de partida: Forma especial de proteção com intertravamento que, uma vez fechada, gera um comando para iniciar as funções perigosas da máquina, sem a necessidade de comando adicional. As limitações e exigências para sua aplicação estão previstas na norma ABNT NBR ISO 12.100 e em outras normas específicas do tipo “c”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0123 |iteracao=123 |nivel=1 |texto=Proteção intertravada com comando de partida: Forma especial de proteção com intertravamento que, uma vez fechada, gera um comando para iniciar as funções perigosas da máquina, sem a necessidade de comando adicional. As limitações e exigências para sua aplicação estão previstas na norma ABNT NBR ISO 12.100 e em outras normas específicas do tipo “c”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0124 |iteracao=124 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0124 |iteracao=124 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico=1031 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico=1033 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
| Linha 643: | Linha 643: | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tipo: No contexto dos AOPD (Active Opto-electronic Protective Device) - dispositivos de detecção de presença optoeletrônico ativos, “tipo” refere-se aos requisitos específicos para a concepção, construção e ensaios, tal como definido pela norma internacional IEC 61496-1 / 2, que estabelece condições óticas e de resistência a falhas. As AOPDs/cortinas de luz, quanto ao tipo, são classificadas em cortinas de luz de tipo 4 e cortinas de luz de tipo 2. As cortinas de luz de tipo 2 possuem apenas um microprocessador e utiliza o método de exclusão de falhas para assegurar a integridade da função de segurança; nas cortinas de luz do tipo 4 são alcançados altos níveis de tolerância a falhas por meio de redundância e monitoramento. Em relação à parte ótica, as cortinas de luz do tipo 2 têm um maior ângulo efetivo de abertura (EAA) ou o campo de visão emissor/receptor, sendo, portanto, mais susceptíveis a curtos-circuitos ópticos. A alteração da norma internacional IEC61496 de 2013, harmonizada em 2014, que se adequou aos conceitos previstos na norma internacional ISO 13849, determinou que cortinas de luz do tipo 2 podem atender no máximo o PL “c” e as cortinas de luz do tipo 4 podem atender o PL “e”. Monitores de área a laser (safety laser scanners) são dispositivos de detecção de presença optoeletrônicos ativos (AOPD) do tipo 3, atingindo no máximo PL “d”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tipo: No contexto dos AOPD (Active Opto-electronic Protective Device) - dispositivos de detecção de presença optoeletrônico ativos, “tipo” refere-se aos requisitos específicos para a concepção, construção e ensaios, tal como definido pela norma internacional IEC 61496-1 / 2, que estabelece condições óticas e de resistência a falhas. As AOPDs/cortinas de luz, quanto ao tipo, são classificadas em cortinas de luz de tipo 4 e cortinas de luz de tipo 2. As cortinas de luz de tipo 2 possuem apenas um microprocessador e utiliza o método de exclusão de falhas para assegurar a integridade da função de segurança; nas cortinas de luz do tipo 4 são alcançados altos níveis de tolerância a falhas por meio de redundância e monitoramento. Em relação à parte ótica, as cortinas de luz do tipo 2 têm um maior ângulo efetivo de abertura (EAA) ou o campo de visão emissor/receptor, sendo, portanto, mais susceptíveis a curtos-circuitos ópticos. A alteração da norma internacional IEC61496 de 2013, harmonizada em 2014, que se adequou aos conceitos previstos na norma internacional ISO 13849, determinou que cortinas de luz do tipo 2 podem atender no máximo o PL “c” e as cortinas de luz do tipo 4 podem atender o PL “e”. Monitores de área a laser (safety laser scanners) são dispositivos de detecção de presença optoeletrônicos ativos (AOPD) do tipo 3, atingindo no máximo PL “d”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico=1035 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1038 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0149 |iteracao=149 |nivel=1 |texto=Vida útil de máquina e equipamento: é aquela estimada pelo fabricante como limite temporal nos termos da norma ABNT NBR ISO 12.100:2015. Para fins de aplicação da informação prevista na alínea “p” do item 12.128, o vencimento do tempo de vida útil das máquinas e equipamentos e/ou de seus componentes relacionados com a segurança, por si, não significa a proibição da continuidade da sua utilização. Recursos técnicos podem ser usados para determinar a continuidade da utilização da máquina ou equipamento com segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | {{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0149 |iteracao=149 |nivel=1 |texto=Vida útil de máquina e equipamento: é aquela estimada pelo fabricante como limite temporal nos termos da norma ABNT NBR ISO 12.100:2015. Para fins de aplicação da informação prevista na alínea “p” do item 12.128, o vencimento do tempo de vida útil das máquinas e equipamentos e/ou de seus componentes relacionados com a segurança, por si, não significa a proibição da continuidade da sua utilização. Recursos técnicos podem ser usados para determinar a continuidade da utilização da máquina ou equipamento com segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}} | ||
Edição atual tal como às 14h53min de 22 de julho de 2026