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De Normas Regulamentadoras
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{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. PRAZO |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. PRAZO |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008.0000_a |iteracao=8.a |nivel=2 |texto=A observância do disposto nos itens. 4,6 e 7 será obrigatória a partir de janeiro de 1995. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008.0000_a |iteracao=8.a |nivel=2 |texto=A observância do disposto nos itens. 4,6 e 7 será obrigatória a partir de janeiro de 1995. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001 |iteracao=1. |nivel=2 |texto=A) Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo quando utilizada barreira física |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A1 |iteracao=A1 |nivel=2 |texto= |grafico=238 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=QUADRO I |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A2 |iteracao=A2 |nivel=2 |texto= |grafico=1009 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores (dimensões em milímetros - mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A3 |iteracao=A3 |nivel=3 |texto= |grafico=239 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1.1 |nivel=4 |texto=Fonte: ABNT NBRNM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A4 |iteracao=A4 |nivel=4 |texto= |grafico=1010 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002 |iteracao=1.1.2 |nivel=3 |texto=Figura 1 - Alcance sobre estruturas de proteção. Para utilização do Quadro II observar a legenda da figura 1 a seguir. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A5 |iteracao=A5 |nivel=3 |texto= |grafico=240 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001 |iteracao=1.1.2.1 |nivel=4 |texto=Legenda: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B |iteracao=B |nivel=5 |texto=B) Cálculo das distâncias mínimas de segurança para instalação de detectores de presença optoeletrônicos - ESPS usando cortina de luz - AOPD. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_a: |iteracao=1.1.2.1.a: |nivel=5 |texto=a: altura da zona de perigo |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1 |iteracao=B1 |nivel=5 |texto=1. A distância mínima na qual ESPS usando cortina de luz - AOPD deve ser posicionada em relação à zona de perigo, observará o calculo de acordo com a norma ISO 13855. Para uma aproximação perpendicular a distância pode ser calculada de acordo com a fórmula geral apresentada na seção 5 da ISO 13855, a saber: |grafico=2002 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_b: |iteracao=1.1.2.1.b: |nivel=5 |texto=b: altura da estrutura de proteção |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.1 |iteracao=B1.1 |nivel=5 |texto=1.1. A fim de determinar K, uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) deve ser usada para cortinas de luz dispostas horizontalmente. Para cortinas dispostas verticalmente, deve ser usada uma velocidade de aproximação de 2000 mm/s (dois mil milímetros por segundo) se a distância mínima for igual ou menor que 500 mm (quinhentos milímetros). Uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) pode ser usada se a distância mínima for maior que 500 mm (quinhentos milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_c: |iteracao=1.1.2.1.c: |nivel=5 |texto=c: distância horizontal à zona de perigo |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.2 |iteracao=B1.2 |nivel=5 |texto=1.2. As cortinas devem ser instaladas de forma que sua área de detecção cubra o acesso à zona de risco, com o cuidado de não se oferecer espaços de zona morta, ou seja, espaço entre a cortina e o corpo da máquina onde pode permanecer um trabalhador sem ser detectado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002 |iteracao=1.2 |nivel=2 |texto=QUADRO II |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.3 |iteracao=B1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Em respeito à capacidade de detecção da cortina de luz, deve ser usada pelo menos a distância adicional C no quadro IV quando se calcula a mínima distância S. |grafico=241 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001 |iteracao=1.2.1 |nivel=3 |texto=Alcance sobre estruturas de proteção - Alto risco (dimensões em mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.4 |iteracao=B1.4 |nivel=2 |texto=1.4. Outras características de instalação de cortina de luz, tais como aproximação paralela, aproximação em ângulo e equipamentos de dupla posição devem atender às condições específicas previstas na norma ISO 13855. A aplicação de cortina de luz em dobradeiras hidráulicas deve atender à norma EN 12622. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001.0001 |iteracao=1.2.1.1 |nivel=4 |texto=Altura da estrutura de proteção b¹) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.4.1 |iteracao=B1.4.1 |nivel=3 |texto=Fonte: ISO 13855 - Safety of machinery - The positioning of protective equipment in respect of approach speeds of parts of the human body. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001.0001.0001 |iteracao=1.2.1.1.1 |nivel=5 |texto=Fonte: ABNT NBR NM-ISO 13852:2003 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C |iteracao=C |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de detectores de presença optoeletrônicos laser - AOPD em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002 |iteracao=1.2.2 |nivel=3 |texto=Figura 2 - Alcance das zonas de perigo superiores |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C1 |iteracao=C1 |nivel=3 |texto=1. As dobradeiras hidráulicas podem possuir AOPD laser de múltiplos feixes desde que acompanhado de procedimento de trabalho detalhado que atenda às recomendações do fabricante, à EN12622 e aos testes previstos neste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001 |iteracao=1.2.2.1 |nivel=4 |texto=Legenda: h: a altura da zona de perigo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.1 |iteracao=C1.1 |nivel=5 |texto=1.1. Os testes devem ser realizados pelo trabalhador encarregado da manutenção ou pela troca de ferramenta e repetidos pelo próprio operador a cada troca de ferramenta ou qualquer manutenção, e ser realizados pelo operador a cada início de turno de trabalho e afastamento prolongado da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0001 |iteracao=1.2.2.1.1 |nivel=5 |texto=Se a zona de perigo oferece baixo risco, deve-se situar a uma altura “h” igual ou superior a 2500 mm (dois mil e quinhentos milímetros), para que não necessite proteções. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.2 |iteracao=C1.2 |nivel=5 |texto=1.2. Os testes devem ser realizados com um gabarito de teste fornecido pelo fabricante do dispositivo AOPD laser, que consiste em uma peça de plástico com seções de dimensões determinadas para esta finalidade, conforme figura 3. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0002 |iteracao=1.2.2.1.2 |nivel=5 |texto=Se existe um alto risco na zona de perigo: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3 |iteracao=C1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Sistema de testes em dobradeiras hidráulicas providas de detector de presença optoeletrônico laser: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0003 |iteracao=1.2.2.1.3 |nivel=5 |texto=- a altura “h” da zona de perigo deve ser, no mínimo, de 2700 mm (dois mil e setecentos milímetros), ou |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_a |iteracao=C1.3.a |nivel=6 |texto=a) Teste 1: verificar a capacidade de detecção entre a ponta da ferramenta e o feixe de laser - o mais próximo da ferramenta. O espaço deve ser ≤ 14 mm (menor que quatorze milímetros) por toda a área da ferramenta. O teste deve ser realizado com a alça - parte cilíndrica com 14 mm (quatorze milímetros) de diâmetro do gabarito de teste, conforme veja figura 3; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0004 |iteracao=1.2.2.1.4 |nivel=5 |texto=- devem ser utilizadas outras medidas de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_b |iteracao=1.3.b |nivel=6 |texto=b) Teste 2: a seção de 10 mm (dez milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de descida da ferramenta. Em adição, a seção de 15 mm (quinze milímetros) de espessura do gabarito de teste deve passar entre as ferramentas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0005 |iteracao=1.2.2.1.5 |nivel=5 |texto=Fonte: ABNT NBR NM-ISO 13852:2003 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_c |iteracao=1.3.c |nivel=6 |texto=c) Teste 3: a seção de 35 mm (trinta e cinco milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de alta velocidade de descida do martelo. |grafico=1014 |nota= |forma= |code= |infra= |classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003 |iteracao=1.3 |nivel=2 |texto=QUADRO III |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2 |iteracao=C.2 |nivel=4 |texto=2. Nas dobradeiras hidráulicas providas de AOPD laser que utilizem pedal para acionamento de descida, este deve ser de segurança e possuir as seguintes posições: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001 |iteracao=1.3.1 |nivel=3 |texto=Alcance ao redor - movimentos fundamentais (dimensões em mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00a |iteracao=C.2.a |nivel=4 |texto=a) 1ª (primeira) posição = parar; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0001.0003.0001.0001 |iteracao=1.3.1.1.1.3.1.1 |nivel=8 |texto=Fonte: ABNT NBRNM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00b |iteracao=C.2.b |nivel=4 |texto=b) 2ª (segunda) posição = operar; e |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0001 |iteracao=1.3.1.1.1 |nivel=5 |texto=B) Cálculo das distâncias mínimas de segurança para instalação de detectores de presença optoeletrônicos - ESPS usando cortina de luz - AOPD. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00c |iteracao=C.2.c |nivel=4 |texto=c) 3ª (terceira) posição = parar em caso de emergência. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0002 |iteracao=1.3.1.1.2 |nivel=5 |texto=1. A distância mínima na qual ESPS usando cortina de luz - AOPD deve ser posicionada em relação à zona de perigo, observará o calculo de acordo com a norma ISO 13855. Para uma aproximação perpendicular a distância pode ser calculada de acordo com a fórmula geral apresentada na seção 5 da ISO 13855, a saber: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.1 |iteracao=C.2.1 |nivel=4 |texto=2.1. A abertura da ferramenta pode ser ativada, desde que controlado o risco de queda do produto em processo, com o acionamento do pedal para a 3ª (terceira) posição ou liberando-o para a 1ª (primeira) posição. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0003 |iteracao=1.3.1.1.3 |nivel=5 |texto=S = (K x T) + C |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.2 |iteracao=C.2.2 |nivel=4 |texto=2.2. Após o acionamento do atuador até a 3ª (terceira) posição, o reinício somente será possível com seu retorno para a 1ª (primeira) posição. A 3ª (terceira) posição só pode ser acionada passando por um ponto de pressão; a força requerida não deve exceder 350 N (trezentos e cinquentaNewtons). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0004 |iteracao=1.3.1.1.4 |nivel=5 |texto=Onde: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.3 |iteracao=C.2.3 |nivel=4 |texto=Fonte: EN12622 - Safety of machine tools – Hydraulic press brackes |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0005 |iteracao=1.3.1.1.5 |nivel=5 |texto=S: é a mínima distância em milímetros, da zona de perigo até o ponto, linha ou plano de detecção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0006 |iteracao=1.3.1.1.6 |nivel=5 |texto=K: é um parâmetro em milímetros por segundo, derivado dos dados de velocidade de aproximação do corpo ou partes do corpo; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0007 |iteracao=1.3.1.1.7 |nivel=5 |texto=T: é a performance de parada de todo o sistema - tempo de resposta total em segundos; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0008 |iteracao=1.3.1.1.8 |nivel=5 |texto=C: é a distância adicional em milímetros, baseada na intrusão contra a zona de perigo antes da atuação do dispositivo de proteção. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0009 |iteracao=1.3.1.1.9 |nivel=5 |texto=1.1. A fim de determinar K, uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) deve ser usada para cortinas de luz dispostas horizontalmente. Para cortinas dispostas verticalmente, deve ser usada uma velocidade de aproximação de 2000 mm/s (dois mil milímetros por segundo) se a distância mínima for igual ou menor que 500 mm (quinhentos milímetros). Uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) pode ser usada se a distância mínima for maior que 500 mm (quinhentos milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0010 |iteracao=1.3.1.1.10 |nivel=5 |texto=1.2. As cortinas devem ser instaladas de forma que sua área de detecção cubra o acesso à zona de risco, com o cuidado de não se oferecer espaços de zona morta, ou seja, espaço entre a cortina e o corpo da máquina onde pode permanecer um trabalhador sem ser detectado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0011 |iteracao=1.3.1.1.11 |nivel=5 |texto=1.3. Em respeito à capacidade de detecção da cortina de luz, deve ser usada pelo menos a distância adicional C no quadro IV quando se calcula a mínima distância S. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004 |iteracao=1.4 |nivel=2 |texto=QUADRO IV - Distância adicional C |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0001 |iteracao=1.4.1 |nivel=3 |texto=1.4. Outras características de instalação de cortina de luz, tais como aproximação paralela, aproximação em ângulo e equipamentos de dupla posição devem atender às condições específicas previstas na norma ISO 13855. A aplicação de cortina de luz em dobradeiras hidráulicas deve atender à norma EN 12622. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0002 |iteracao=1.4.2 |nivel=3 |texto=Fonte: ISO 13855 - Safety of machinery - The positioning of protective equipment in respect of approach speeds of parts of the human body. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de detectores de presença optoeletrônicos laser - AOPD em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004 |iteracao=1.4.4 |nivel=3 |texto=1. As dobradeiras hidráulicas podem possuir AOPD laser de múltiplos feixes desde que acompanhado de procedimento de trabalho detalhado que atenda às recomendações do fabricante, à EN12622 e aos testes previstos neste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0001 |iteracao=1.4.4.1.1 |nivel=5 |texto=1.1. Os testes devem ser realizados pelo trabalhador encarregado da manutenção ou pela troca de ferramenta e repetidos pelo próprio operador a cada troca de ferramenta ou qualquer manutenção, e ser realizados pelo operador a cada início de turno de trabalho e afastamento prolongado da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0002 |iteracao=1.4.4.1.2 |nivel=5 |texto=1.2. Os testes devem ser realizados com um gabarito de teste fornecido pelo fabricante do dispositivo AOPD laser, que consiste em uma peça de plástico com seções de dimensões determinadas para esta finalidade, conforme figura 3. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003 |iteracao=1.4.4.1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Sistema de testes em dobradeiras hidráulicas providas de detector de presença optoeletrônico laser: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_a |iteracao=1.4.4.1.3.a |nivel=6 |texto=a) Teste 1: verificar a capacidade de detecção entre a ponta da ferramenta e o feixe de laser - o mais próximo da ferramenta. O espaço deve ser ≤ 14 mm (menor que quatorze milímetros) por toda a área da ferramenta. O teste deve ser realizado com a alça - parte cilíndrica com 14 mm (quatorze milímetros) de diâmetro do gabarito de teste, conforme veja figura 3; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_b |iteracao=1.4.4.1.3.b |nivel=6 |texto=b) Teste 2: a seção de 10 mm (dez milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de descida da ferramenta. Em adição, a seção de 15 mm (quinze milímetros) de espessura do gabarito de teste deve passar entre as ferramentas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_c |iteracao=1.4.4.1.3.c |nivel=6 |texto=c) Teste 3: a seção de 35 mm (trinta e cinco milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de alta velocidade de descida do martelo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0002 |iteracao=1.4.4.2 |nivel=4 |texto=Figura 3 — Gabarito de teste |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0003 |iteracao=1.4.4.3 |nivel=4 |texto=Legenda: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0004 |iteracao=1.4.4.4 |nivel=4 |texto=1: alça |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0005 |iteracao=1.4.4.5 |nivel=4 |texto=2. Nas dobradeiras hidráulicas providas de AOPD laser que utilizem pedal para acionamento de descida, este deve ser de segurança e possuir as seguintes posições: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0006 |iteracao=1.4.4.6 |nivel=4 |texto=a) 1ª (primeira) posição = parar; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0007 |iteracao=1.4.4.7 |nivel=4 |texto=b) 2ª (segunda) posição = operar; e |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0008 |iteracao=1.4.4.8 |nivel=4 |texto=c) 3ª (terceira) posição = parar em caso de emergência. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0009 |iteracao=1.4.4.9 |nivel=4 |texto=2.1. A abertura da ferramenta pode ser ativada, desde que controlado o risco de queda do produto em processo, com o acionamento do pedal para a 3ª (terceira) posição ou liberando-o para a 1ª (primeira) posição. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0010 |iteracao=1.4.4.10 |nivel=4 |texto=2.2. Após o acionamento do atuador até a 3ª (terceira) posição, o reinício somente será possível com seu retorno para a 1ª (primeira) posição. A 3ª (terceira) posição só pode ser acionada passando por um ponto de pressão; a força requerida não deve exceder 350 N (trezentos e cinquentaNewtons). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0011 |iteracao=1.4.4.11 |nivel=4 |texto=Fonte: EN12622 - Safety of machine tools – Hydraulic press brackes |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2016-05-02 |vige=2016-05-02 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0000_a |iteracao=1.a |nivel=2 |texto=Este anexo estabelece referências de distâncias de segurança e requisitos para máquinas e equipamentos em geral, devendo ser observadas, quando for o caso, as disposições contidas em anexos e normas específicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2016-05-02 |vige=2016-05-02 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0000_a |iteracao=1.a |nivel=2 |texto=Este anexo estabelece referências de distâncias de segurança e requisitos para máquinas e equipamentos em geral, devendo ser observadas, quando for o caso, as disposições contidas em anexos e normas específicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2017-07-10 |vige=2017-07-10 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de sistemas de segurança de detecção multizona - AOPD multizona em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2017-07-10 |vige=2017-07-10 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de sistemas de segurança de detecção multizona - AOPD multizona em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 190: Linha 162:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0000_h |iteracao=1.1.h |nivel=3 |texto=h) noções sobre prestação de primeiros socorros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0000_h |iteracao=1.1.h |nivel=3 |texto=h) noções sobre prestação de primeiros socorros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Figura 1: Escolha dos meios de acesso conforme a inclinação - ângulo de lance |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto= |grafico=1005 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Figura 2: Exemplo de escada sem espelho |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto= |grafico=1086 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Figura 3: Exemplo de escada fixa do tipo marinheiro |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto= |grafico=1087 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Figura 4: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto= |grafico=1018 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Figura 5: Sistema de proteção contra quedas em plataforma. (dimensões em milímetros) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto= |grafico=1025 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-30|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Figura 1: Escolha dos meios de acesso conforme a inclinação - ângulo de lance |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-30|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto= |grafico=1005 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto= |grafico=1086 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Figura 3: Exemplo de escada fixa do tipo marinheiro |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto= |grafico=1087 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_A |iteracao=4.A |nivel=2 |texto=Figura 4A: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=2 |texto= |grafico=1088 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_B |iteracao=4.B |nivel=2 |texto=Figura 4B: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto= |grafico=1008 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_0000_0000_0000_C |iteracao=4.C |nivel=2 |texto=Figura 4C: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Figura 5: Sistema de proteção contra quedas em plataforma. (dimensões em milímetros) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=1. As máquinas e equipamentos devem possuir acessos fixados e seguros a todos os seus pontos de operação, abastecimento, inserção de matérias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparação, manutenção e intervenção constante. |grafico= |nota= |forma=|code=312501-7|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=1. As máquinas e equipamentos devem possuir acessos fixados e seguros a todos os seus pontos de operação, abastecimento, inserção de matérias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparação, manutenção e intervenção constante. |grafico= |nota= |forma=|code=312501-7|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=1.1 Consideram-se meios de acesso às máquinas e equipamentos, para efeitos desta NR, elevadores, rampas, passarelas, plataformas ou escadas de degraus. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=1.1 Consideram-se meios de acesso às máquinas e equipamentos, para efeitos desta NR, elevadores, rampas, passarelas, plataformas ou escadas de degraus. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 217: Linha 187:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0005.0000_c |iteracao=5.c |nivel=2 |texto=c) ser mantidas desobstruídas; |grafico= |nota= |forma=|code=312505-0|infra=2|classe=S}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0005.0000_d |iteracao=5.d |nivel=2 |texto=d) ser localizadas e instaladas de modo a prevenir riscos de queda, escorregamento, tropeçamento e dispêndio excessivo de esforços físicos pelos trabalhadores ao utilizá-las. |grafico= |nota= |forma=|code=312505-0|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0005.0000_d |iteracao=5.d |nivel=2 |texto=d) ser localizadas e instaladas de modo a prevenir riscos de queda, escorregamento, tropeçamento e dispêndio excessivo de esforços físicos pelos trabalhadores ao utilizá-las. |grafico= |nota= |forma=|code=312505-0|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0005.0006 |iteracao=5.6 |nivel=2 |texto=6. Quando for necessária maior resistência ao escorregamento, nas rampas com ângulo de inclinação entre 10° e 20°, deverão ser instaladas peças transversais horizontais distanciadas entre 0,40 m (quarenta centímetros) e 0,50 m (cinquenta centímetros) e com altura entre 0,01 m (um centímetro) e 0,02 m (dois centímetros), conforme Figura 2 |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0006.0001 |iteracao=6.1 |nivel=2 |texto=6.1 É proibida a construção de rampas com inclinação superior a 20º (vinte) graus em relação ao piso. |grafico= |nota= |forma=|code=312510-6|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0006.0001 |iteracao=6.1 |nivel=2 |texto=6.1 É proibida a construção de rampas com inclinação superior a 20º (vinte) graus em relação ao piso. |grafico= |nota= |forma=|code=312510-6|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0006.0002 |iteracao=6.2 |nivel=2 |texto=6.2 As rampas instaladas antes da vigência desse subitem, ficam dispensadas do atendimento do item 6, devendo ser adotada outra medida de mesma eficácia. |grafico= |nota= |forma=|code=312511-4|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0006.0002 |iteracao=6.2 |nivel=2 |texto=6.2 As rampas instaladas antes da vigência desse subitem, ficam dispensadas do atendimento do item 6, devendo ser adotada outra medida de mesma eficácia. |grafico= |nota= |forma=|code=312511-4|infra=2|classe=S}}
Linha 230: Linha 200:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. Havendo risco de queda de objetos e materiais, o vão entre o rodapé e o travessão superior do guarda corpo deve receber proteção fixa, integral e resistente. |grafico= |nota= |forma=|code=312518-1|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. Havendo risco de queda de objetos e materiais, o vão entre o rodapé e o travessão superior do guarda corpo deve receber proteção fixa, integral e resistente. |grafico= |nota= |forma=|code=312518-1|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008.0001 |iteracao=8.1 |nivel=2 |texto=8.1 A proteção mencionada no item 8 pode ser constituída de tela resistente, desde que sua malha não permita a passagem de qualquer objeto ou material que possa causar lesões aos trabalhadores. |grafico= |nota= |forma=|code=312519-0|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0008.0001 |iteracao=8.1 |nivel=2 |texto=8.1 A proteção mencionada no item 8 pode ser constituída de tela resistente, desde que sua malha não permita a passagem de qualquer objeto ou material que possa causar lesões aos trabalhadores. |grafico= |nota= |forma=|code=312519-0|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0009 |iteracao=9 |nivel=1 |texto=9. Para o sistema de proteção contra quedas em plataformas utilizadas em operações de abastecimento ou que acumulam sujidades, é permitida a adoção das dimensões da Figura 3 deste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0009 |iteracao=9 |nivel=1 |texto=9. Para o sistema de proteção contra quedas em plataformas utilizadas em operações de abastecimento ou que acumulam sujidades, é permitida a adoção das dimensões da Figura 3 deste Anexo. |grafico=1007 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010 |iteracao=10 |nivel=1 |texto=10. As passarelas, plataformas e rampas devem ter as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010 |iteracao=10 |nivel=1 |texto=10. As passarelas, plataformas e rampas devem ter as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010.0000_a |iteracao=10.a |nivel=2 |texto=a) largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros); e |grafico= |nota= |forma=|code=312520-3|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0010.0000_a |iteracao=10.a |nivel=2 |texto=a) largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros); e |grafico= |nota= |forma=|code=312520-3|infra=2|classe=S}}
Linha 245: Linha 215:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_e |iteracao=11.e |nivel=2 |texto=e) plataforma de descanso com largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros) e comprimento a intervalos de, no máximo, 3,00 m (três metros) de altura; |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_e |iteracao=11.e |nivel=2 |texto=e) plataforma de descanso com largura útil mínima de 0,60 m (sessenta centímetros) e comprimento a intervalos de, no máximo, 3,00 m (três metros) de altura; |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_f |iteracao=11.f |nivel=2 |texto=f) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_f |iteracao=11.f |nivel=2 |texto=f) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-08-01 |vige=2019-08-01 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_g |iteracao=11.g |nivel=2 |texto=g) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); degraus com profundidade livre, “g”, que atendam à fórmula: 600≤ g +2h ≤ 660 (dimensões em milímetros), conforme Figura 4. |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-08-01 |vige=2019-08-01 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0000_g |iteracao=11.g |nivel=2 |texto=g) projeção de um degrau, “r”, sobre o outro deve ser maior ou igual a 0 m (zero metro); degraus com profundidade livre, “g”, que atendam à fórmula: 600≤ g +2h ≤ 660 (dimensões em milímetros), conforme Figura 4. |grafico=1011 |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0001 |iteracao=11.1 |nivel=2 |texto=11.1 Para escadas com único lance cuja altura for inferior a 1,50 m (um metro e cinquenta centímetros), a largura útil mínima poderá ser reduzida para 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0001 |iteracao=11.1 |nivel=2 |texto=11.1 Para escadas com único lance cuja altura for inferior a 1,50 m (um metro e cinquenta centímetros), a largura útil mínima poderá ser reduzida para 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312522-0|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0002 |iteracao=11.2 |nivel=2 |texto=11.2 As escadas de degraus sem espelho das máquinas e equipamentos instaladas antes da publicação da Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, ficam dispensadas do atendimento das alíneas “a” e “e” (exceto quanto ao intervalo de até três metros) do item 11 deste Anexo, devendo ser garantida largura útil mínima de 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312523-8|infra=3|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0011.0002 |iteracao=11.2 |nivel=2 |texto=11.2 As escadas de degraus sem espelho das máquinas e equipamentos instaladas antes da publicação da Portaria SIT n.º 197, de 17 de dezembro de 2010, D.O.U. de 24/12/2010, ficam dispensadas do atendimento das alíneas “a” e “e” (exceto quanto ao intervalo de até três metros) do item 11 deste Anexo, devendo ser garantida largura útil mínima de 0,50 m (cinquenta centímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=312523-8|infra=3|classe=S}}
Linha 275: Linha 245:
{{ItensNR |publica=2021-10-08 |vige=2021-11-03 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0006 |iteracao=1.6 |nivel=2 |texto=1.6. as máquinas e equipamentos que atendam as disposições sobre meios de acesso, previstas em normas técnicas oficiais, ou internacionais, vigentes em 30 de julho de 2019, ou nas que venham a substituí-las, ficam dispensadas de cumprirem as exigências contidas neste anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2021-10-08 |vige=2021-11-03 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0006 |iteracao=1.6 |nivel=2 |texto=1.6. as máquinas e equipamentos que atendam as disposições sobre meios de acesso, previstas em normas técnicas oficiais, ou internacionais, vigentes em 30 de julho de 2019, ou nas que venham a substituí-las, ficam dispensadas de cumprirem as exigências contidas neste anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico=1012 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico=1013 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 298: Linha 268:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0023 |iteracao=23 |nivel=1 |texto=Chave de segurança: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina parada enquanto a proteção ou porta estiver aberta, com contato mecânico – físico, como as eletromecânicas, ou sem contato, como as ópticas e magnéticas. Deve ter ruptura positiva, duplo canal, contatos normalmente fechados e ser monitorada por interface de segurança. A chave de segurança não deve permitir sua manipulação – burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0023 |iteracao=23 |nivel=1 |texto=Chave de segurança: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina parada enquanto a proteção ou porta estiver aberta, com contato mecânico – físico, como as eletromecânicas, ou sem contato, como as ópticas e magnéticas. Deve ter ruptura positiva, duplo canal, contatos normalmente fechados e ser monitorada por interface de segurança. A chave de segurança não deve permitir sua manipulação – burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0024 |iteracao=24 |nivel=1 |texto=Chave de segurança eletromecânica: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina desligada enquanto a proteção ou porta estiver aberta. Seu funcionamento se dá por contato físico entre o corpo da chave e o atuador - lingüeta ou por contato entre seus elementos - chave de um só corpo, como o fim de curso de segurança. É passível de desgaste mecânico, devendo ser utilizado de forma redundante, quando a análise de risco assim exigir, para evitar que uma falha mecânica, como a quebra do atuador dentro da chave, leve à perda da condição de segurança. Deve ainda ser monitorado por interface de segurança para detecção de falhas elétricas e não deve permitir sua manipulação - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. Deve ser instalado utilizando-se o princípio de ação e ruptura positiva, de modo a garantir a interrupção do circuito de comando elétrico, mantendo seus contatos normalmente fechados - NF ligados de forma rígida, quando a proteção for aberta. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0024 |iteracao=24 |nivel=1 |texto=Chave de segurança eletromecânica: componente associado a uma proteção utilizado para interromper o movimento de perigo e manter a máquina desligada enquanto a proteção ou porta estiver aberta. Seu funcionamento se dá por contato físico entre o corpo da chave e o atuador - lingüeta ou por contato entre seus elementos - chave de um só corpo, como o fim de curso de segurança. É passível de desgaste mecânico, devendo ser utilizado de forma redundante, quando a análise de risco assim exigir, para evitar que uma falha mecânica, como a quebra do atuador dentro da chave, leve à perda da condição de segurança. Deve ainda ser monitorado por interface de segurança para detecção de falhas elétricas e não deve permitir sua manipulação - burla por meios simples, como chaves de fenda, pregos, fitas, etc. Deve ser instalado utilizando-se o princípio de ação e ruptura positiva, de modo a garantir a interrupção do circuito de comando elétrico, mantendo seus contatos normalmente fechados - NF ligados de forma rígida, quando a proteção for aberta. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0025 |iteracao=25 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0025 |iteracao=25 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico=1015 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico=1016 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico=1017 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1019 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico=1020 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico=1021 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado – hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como seqüenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado – hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como seqüenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Controlador lógico programável - CLP de segurança: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória programável para armazenar e executar internamente instruções e funções específicas de programa - software, tais como lógica, seqüenciamento, temporização, contagem, aritmética e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. O CLP de segurança deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Controlador lógico programável - CLP de segurança: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória programável para armazenar e executar internamente instruções e funções específicas de programa - software, tais como lógica, seqüenciamento, temporização, contagem, aritmética e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. O CLP de segurança deve ter três princípios básicos de funcionamento: – redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 321: Linha 291:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0046 |iteracao=46 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0046 |iteracao=46 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0047 |iteracao=47 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0047 |iteracao=47 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0048 |iteracao=48 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0048 |iteracao=48 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico=1022 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0049 |iteracao=49 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0049 |iteracao=49 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0050 |iteracao=50 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta Norma são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, freqüência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0050 |iteracao=50 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta Norma são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, freqüência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 332: Linha 302:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0057 |iteracao=57 |nivel=1 |texto=lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0057 |iteracao=57 |nivel=1 |texto=lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0058 |iteracao=58 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0058 |iteracao=58 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico=242 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0064 |iteracao=64 |nivel=1 |texto=1 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 50 mm (cinquenta milímetros); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0065 |iteracao=65 |nivel=1 |texto=2 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 12 mm (doze milímetros); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0066 |iteracao=66 |nivel=1 |texto=3 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 2,5 mm (dois milímetros e meio); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0067 |iteracao=67 |nivel=1 |texto=4 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 1 mm (um milímetro); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0068 |iteracao=68 |nivel=1 |texto=5 - protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0069 |iteracao=69 |nivel=1 |texto=6 - totalmente protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0070 |iteracao=70 |nivel=1 |texto=2º (segundo) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto à entrada de água: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=1 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=2 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água para uma inclinação máxima de 15º (quinze graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=3 - protegido contra água aspergida de um ângulo de +/- 69º (mais ou menos sessenta e nove graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=4 - protegido contra projeções d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=5 - protegido contra jatos d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0082 |iteracao=82 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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Linha 377: Linha 329:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0103 |iteracao=103 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0105 |iteracao=105 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0106 |iteracao=106 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatorimente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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Linha 387: Linha 339:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Muting: desabilitação automática e temporária de uma função de segurança por meio de componentes de segurança ou circuitos de comando responsáveis pela segurança, durante o funcionamento normal da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta Norma, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1028 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0117 |iteracao=117 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agro-florestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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Linha 400: Linha 352:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Proteção fixa distante: proteção que não cobre completamente a zona de perigo, mas que impede ou reduz o acesso em razão de suas dimensões e sua distância em relação à zona de perigo, como, por exemplo, grade de perímetro ou proteção em túnel. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico=1031 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0129 |iteracao=129 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0129 |iteracao=129 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0130 |iteracao=130 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0130 |iteracao=130 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 419: Linha 371:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tensão de trabalho - work strain: resposta interna do trabalhador ao ser exposto à pressão de trabalho, dependente de suas características individuais, por exemplo, tamanho, idade, capacidade, habilidade, destrezas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tensão de trabalho - work strain: resposta interna do trabalhador ao ser exposto à pressão de trabalho, dependente de suas características individuais, por exemplo, tamanho, idade, capacidade, habilidade, destrezas, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico=1035 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1038 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0150 |iteracao=150 |nivel=1 |texto=Zona perigosa: Qualquer zona dentro ou ao redor de uma máquina ou equipamento, onde uma pessoa possa ficar exposta a risco de lesão ou dano à saúde. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0150 |iteracao=150 |nivel=1 |texto=Zona perigosa: Qualquer zona dentro ou ao redor de uma máquina ou equipamento, onde uma pessoa possa ficar exposta a risco de lesão ou dano à saúde. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 455: Linha 407:
{{ItensNR |publica=2018-12-19 |vige=2018-12-19 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0168 |iteracao=168 |nivel=1 |texto=Dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança: são dispositivos projetados para estabelecer ou para interromper a corrente em um ou mais circuitos elétricos, por exemplo: contatores, dispositivos de seccionamento comandados remotamente através de bobina de mínima tensão; inversores e conversores de frequência, softstarters e demais chaves de partida. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2018-12-19 |vige=2018-12-19 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0168 |iteracao=168 |nivel=1 |texto=Dispositivos responsáveis pela prevenção de partida inesperada ou pela função de parada relacionada à segurança: são dispositivos projetados para estabelecer ou para interromper a corrente em um ou mais circuitos elétricos, por exemplo: contatores, dispositivos de seccionamento comandados remotamente através de bobina de mínima tensão; inversores e conversores de frequência, softstarters e demais chaves de partida. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Ação positiva: quando um componente mecânico móvel inevitavelmente move outro componente consigo, por contato direto ou através de elementos rígidos, o segundo componente é dito como atuado em modo positivo, ou positivamente, pelo primeiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Adubadora automotriz: máquina destinada à aplicação de fertilizante sólido granulado e desenvolvida para o setor canavieiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Adubadora tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar fertilizantes sólidos granulados ou em pó. |grafico=1013 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Amaciador de bifes: Máquina com dois ou mais cilindros dentados paralelos tracionados que giram em sentido de rotação inversa, por onde são passadas peças de bife pré-cortadas. É composto por: estrutura, bocal de alimentação, cilindros tracionados dentados e área de descarga. A operação de amaciamento consiste na introdução do bife pelo bocal, passando-o por entre os cilindros dentados, sendo recolhido na área de descarga. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: Máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Amassadeira: Máquina concebida para uso industrial ou comercial destinada a obter uma mistura homogênea para massas alimentícias. Composição básica: estrutura, acionamento, batedor, bacia e proteções. Para seu funcionamento, o sistema de acionamento transmite potência para o batedor, que realiza movimento de rotação sem movimento de translação, fazendo-o girar e misturar os ingredientes para produção da massa. O sistema de acionamento pode transmitir potência para o batedor e para a bacia simultaneamente, mantendo ambos em movimento de rotação. Em certos casos a bacia gira pela ação mecânica do batedor sobre a massa. Tanto o batedor quanto a bacia podem ter velocidade de rotação contínua ou variável. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 488: Linha 440:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0026 |iteracao=26 |nivel=1 |texto=Chave de partida: combinação de todos os dispositivos de manobra necessários para partir e parar um motor. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Circuito elétrico de comando: circuito responsável por levar o sinal gerado pelos controles da máquina ou equipamento até os dispositivos e componentes cuja função é comandar o acionamento das máquinas e equipamentos, tais como interfaces de segurança, relés, contatores, entre outros, geralmente localizados em painéis elétricos ou protegidos pela estrutura ou carenagem das máquinas e equipamentos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0027 |iteracao=27 |nivel=1 |texto=Circuito elétrico de comando: circuito responsável por levar o sinal gerado pelos controles da máquina ou equipamento até os dispositivos e componentes cuja função é comandar o acionamento das máquinas e equipamentos, tais como interfaces de segurança, relés, contatores, entre outros, geralmente localizados em painéis elétricos ou protegidos pela estrutura ou carenagem das máquinas e equipamentos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0028 |iteracao=28 |nivel=1 |texto=Colhedora de algodão: a colhedora de algodão possui um sistema de fusos giratórios que retiram a fibra do algodão sem prejudicar a parte vegetativa da planta, ou seja, caules e folhas. Determinados modelos têm como característica a separação da fibra e do caroço, concomitante à operação de colheita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0029 |iteracao=29 |nivel=1 |texto=Colhedora de café: equipamento agrícola automotriz que efetua a “derriça” e a colheita de café. |grafico=1016 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0030 |iteracao=30 |nivel=1 |texto=Colhedora de cana-de-açúcar: equipamento que permite a colheita de cana de modo uniforme, por possuir sistema de corte de base capaz de cortar a cana-de-açúcar acompanhando o perfil do solo. Possui um sistema de elevador que desloca a cana cortada até a unidade de transbordo. |grafico=1017 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0031 |iteracao=31 |nivel=1 |texto=Colhedora de forragem ou forrageira autopropelida: equipamento agrícola automotriz apropriado para colheita e forragem de milho, sorgo, girassol e outros. Executa o corte da planta, sendo capaz de colher ou recolher, triturar e recolher a cultura cortada em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1019 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0032 |iteracao=32 |nivel=1 |texto=Colhedora de grãos: máquina destinada à colheita de grãos, como trigo, soja, milho, arroz, feijão, etc. O produto é recolhido por meio de uma plataforma de corte e conduzido para a área de trilha e separação, onde o grão é separado da palha, que é expelida, enquanto o grão é transportado ao tanque graneleiro. |grafico=2020 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0033 |iteracao=33 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0033 |iteracao=33 |nivel=1 |texto=Colhedora de laranja: máquina agrícola autopropelida que efetua a colheita da laranja e outros cítricos similares. |grafico=2021 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0034 |iteracao=34 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como sequenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: - redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0034 |iteracao=34 |nivel=1 |texto=Controlador configurável de segurança - CCS: equipamento eletrônico computadorizado - hardware, que utiliza memória configurável para armazenar e executar internamente intertravamentos de funções específicas de programa - software, tais como sequenciamento, temporização, contagem e blocos de segurança, controlando e monitorando por meio de entradas e saídas de segurança vários tipos de máquinas ou processos. Deve ter três princípios básicos de funcionamento: - redundância, diversidade e autoteste. O software instalado deve garantir sua eficácia de forma a reduzir ao mínimo a possibilidade de erros provenientes de falha humana no projeto, a fim de evitar o comprometimento de qualquer função relativa à segurança, bem como não permitir alteração dos blocos de função de segurança específicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0035 |iteracao=35 |nivel=1 |texto=Contatos espelho: um contato auxiliar normalmente fechado (NF) que não pode estar na posição fechada ao mesmo tempo que um dos contatos principais (de força ou potência) no mesmo contator. Assim, contatos espelho é uma característica que diz respeito à ligação mecânica entre os contatos auxiliares e os contatos principais de um contator. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0035 |iteracao=35 |nivel=1 |texto=Contatos espelho: um contato auxiliar normalmente fechado (NF) que não pode estar na posição fechada ao mesmo tempo que um dos contatos principais (de força ou potência) no mesmo contator. Assim, contatos espelho é uma característica que diz respeito à ligação mecânica entre os contatos auxiliares e os contatos principais de um contator. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 524: Linha 476:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=Escada do tipo marinheiro: meio permanente de acesso com um ângulo de lance de 75° (setenta e cinco graus) a 90° (noventa graus), cujos elementos horizontais são barras ou travessas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=Escorregamento: movimento do eixo de manivela, excêntrico, além de um ponto de parada definido. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0064 |iteracao=64 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0064 |iteracao=64 |nivel=1 |texto=Escavadeira hidráulica em aplicação florestal: escavadeira projetada para executar trabalhos de construção, que pode ser utilizada em aplicação florestal por meio da instalação de dispositivos especiais que permitam o corte, desgalhamento, processamento ou carregamento de toras. |grafico=1022 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0065 |iteracao=65 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0065 |iteracao=65 |nivel=1 |texto=Espaço confinado: qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, com ventilação insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir deficiência ou enriquecimento de oxigênio. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0066 |iteracao=66 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta NR são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, frequência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0066 |iteracao=66 |nivel=1 |texto=Especificação e limitação técnica: para efeito desta NR são informações detalhadas na máquina ou manual, tais como: capacidade, velocidade de rotação, dimensões máximas de ferramentas, massa de partes desmontáveis, dados de regulagem, necessidade de utilização de EPI, frequência de inspeções e manutenções etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 533: Linha 485:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=Fatiador de frios: máquina com lâmina tracionada em formato de disco utilizada para fatiar frios. O tipo mais frequente possui lâmina girante em forma de disco com proteção regulável para cobri-la, como borda do disco e carro porta-frios. A operação de fatiar é feita pelo movimento de vai e vem do carro porta-frios, que conduz o material a ser processado sobre a lâmina girante. Esse tipo de máquina oferece risco de acidente aos trabalhadores durante a operação, regulagem manual da proteção para expor a lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=Fatiador de frios: máquina com lâmina tracionada em formato de disco utilizada para fatiar frios. O tipo mais frequente possui lâmina girante em forma de disco com proteção regulável para cobri-la, como borda do disco e carro porta-frios. A operação de fatiar é feita pelo movimento de vai e vem do carro porta-frios, que conduz o material a ser processado sobre a lâmina girante. Esse tipo de máquina oferece risco de acidente aos trabalhadores durante a operação, regulagem manual da proteção para expor a lâmina para operação de corte, limpeza e afiação. Máquinas mais modernas possuem lâmina girante em forma de disco com movimento de vai e vem sob uma mesa horizontal sem acesso aos trabalhadores à zona de movimento da lâmina. A zona de corte é acessada por meio de uma calha vertical porta-frios, que funciona como alimentador, e proteção móvel intertravada, que veda o acesso à lâmina. A descarga do material processado se dá por esteira ou bandeja. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=Fatiadora de pães: máquina concebida para uso profissional destinada a cortar pães em fatias uniformes e paralelas. É basicamente composta por estrutura, acionamento, proteções e dispositivo de corte. O dispositivo de corte pode seccionar o produto tanto na vertical quanto na horizontal e pode ser constituído por um conjunto de facas serrilhadas que cortam por movimento oscilatório ou por uma serra contínua que corta pelo movimento em um único sentido. Para seu funcionamento, o motor transmite potência para o dispositivo de corte movimentando-o enquanto o pão é introduzido para o corte na região de carga, conduzido pelo dispositivo de alimentação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=Ferramenta portátil: ferramenta destina a realizar o trabalho mecânico, com ou sem provisões para montagem em um suporte, e projetada de tal forma que o motor e a máquina formem um conjunto que possa ser facilmente carregado até o local de uso, e que possa ser seguro ou suportado pela mão ou suspenso durante a operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=Ferramenta portátil: ferramenta destina a realizar o trabalho mecânico, com ou sem provisões para montagem em um suporte, e projetada de tal forma que o motor e a máquina formem um conjunto que possa ser facilmente carregado até o local de uso, e que possa ser seguro ou suportado pela mão ou suspenso durante a operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=Ferramenta transportável (semiestacionária): ferramenta que possui as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=Ferramenta transportável (semiestacionária): ferramenta que possui as seguintes características: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 543: Linha 495:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_f |iteracao=75.f |nivel=2 |texto=f) não é destinada ao uso para produção contínua ou linha de produção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_f |iteracao=75.f |nivel=2 |texto=f) não é destinada ao uso para produção contínua ou linha de produção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico=242 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0001 |iteracao=77.1 |nivel=2 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0002 |iteracao=77.2 |nivel=2 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0003 |iteracao=77.3 |nivel=2 |texto=1 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 50 mm (cinquenta milímetros); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0004 |iteracao=77.4 |nivel=2 |texto=2 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 12 mm (doze milímetros); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0005 |iteracao=77.5 |nivel=2 |texto=3 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 2,5 mm (dois milímetros e meio); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0006 |iteracao=77.6 |nivel=2 |texto=4 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 1 mm (um milímetro); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0007 |iteracao=77.7 |nivel=2 |texto=5 - protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0008 |iteracao=77.8 |nivel=2 |texto=6 - totalmente protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0009 |iteracao=77.9 |nivel=2 |texto=2º (segundo) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto à entrada de água: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0010 |iteracao=77.10 |nivel=2 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0011 |iteracao=77.11 |nivel=2 |texto=1 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0012 |iteracao=77.12 |nivel=2 |texto=2 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água para uma inclinação máxima de 15º (quinze graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0013 |iteracao=77.13 |nivel=2 |texto=3 - protegido contra água aspergida de um ângulo de +/- 69º (mais ou menos sessenta e nove graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0014 |iteracao=77.14 |nivel=2 |texto=4 - protegido contra projeções d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0015 |iteracao=77.15 |nivel=2 |texto=5 - protegido contra jatos d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0016 |iteracao=77.16 |nivel=2 |texto=6 - protegido contra ondas do mar ou jatos potentes; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0017 |iteracao=77.17 |nivel=2 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0018 |iteracao=77.18 |nivel=2 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Informação ou símbolo indelével: aquele aplicado diretamente sobre a máquina, que deve ser conservado de forma integra e legível durante todo o tempo de utilização máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 588: Linha 522:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0098 |iteracao=98 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0098 |iteracao=98 |nivel=1 |texto=Moinho para farinha de rosca: máquina concebida para uso profissional, destinada a reduzir mecanicamente partes de pão torrado em farinha. É composta por base e bocal, acionamento, proteções e dispositivo de moagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0099 |iteracao=99 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0099 |iteracao=99 |nivel=1 |texto=Monitoramento: função intrínseca de projeto do componente ou realizada por interface de segurança que garante a funcionalidade de um sistema de segurança quando um componente ou um dispositivo tiver sua função reduzida ou limitada, ou quando houver situações de perigo devido a alterações nas condições do processo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0100 |iteracao=100 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0100 |iteracao=100 |nivel=1 |texto=Motocultivador - trator de Rabiças, “mula mecânica” ou microtrator: equipamento motorizado de duas rodas utilizado para tracionar implementos diversos, desde preparo de solo até colheita. Caracteriza-se pelo fato de o operador caminhar atrás do equipamento durante o trabalho. |grafico=1027 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0101 |iteracao=101 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0101 |iteracao=101 |nivel=1 |texto=Motopoda: máquina similar à motosserra, dotada de cabo extensor para maior alcance nas operações de poda. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatoriamente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0102 |iteracao=102 |nivel=1 |texto=Motosserra: serra motorizada de empunhadura manual utilizada principalmente para corte e poda de árvores equipada obrigatoriamente com: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 604: Linha 538:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=2024-03-22|norma=12|origem=4 |ordena=0109 |iteracao=109 |nivel=1 |texto=Normas técnicas internacionais: normas publicadas por uma das seguintes entidades internacionais: International Organization for Standardization (ISO) ou International Electrotechnical Commission (IEC). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=2024-03-22|norma=12|origem=4 |ordena=0109 |iteracao=109 |nivel=1 |texto=Normas técnicas internacionais: normas publicadas por uma das seguintes entidades internacionais: International Organization for Standardization (ISO) ou International Electrotechnical Commission (IEC). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0110 |iteracao=110 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta NR, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0110 |iteracao=110 |nivel=1 |texto=Opcional: dispositivo ou sistema não previsto nesta NR, como faróis auxiliares. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0111 |iteracao=111 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0111 |iteracao=111 |nivel=1 |texto=Outro tipo de microtrator e cortador de grama autopropelido: máquina de pequeno porte destinada à execução de serviços gerais e de conservação de jardins residenciais ou comerciais. Seu peso bruto total sem implementos não ultrapassa 600 kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1028 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0112 |iteracao=112 |nivel=1 |texto=Permissão de trabalho - ordem de serviço: documento escrito, específico e auditável, que contenha, no mínimo, a descrição do serviço, a data, o local, nome e a função dos trabalhadores e dos responsáveis pelo serviço e por sua emissão e os procedimentos de trabalho e segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0113 |iteracao=113 |nivel=1 |texto=Plantadeira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros. |grafico=1030 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agroflorestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0114 |iteracao=114 |nivel=1 |texto=Plataforma ou escada externa para máquina autopropelida agrícola, florestal e de construção em aplicações agroflorestais: dispositivo de apoio não fixado de forma permanente na máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0115 |iteracao=115 |nivel=1 |texto=Posto de operação: local da máquina ou equipamento de onde o trabalhador opera a máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 618: Linha 552:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0123 |iteracao=123 |nivel=1 |texto=Proteção intertravada com comando de partida: Forma especial de proteção com intertravamento que, uma vez fechada, gera um comando para iniciar as funções perigosas da máquina, sem a necessidade de comando adicional. As limitações e exigências para sua aplicação estão previstas na norma ABNT NBR ISO 12.100 e em outras normas específicas do tipo “c”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0123 |iteracao=123 |nivel=1 |texto=Proteção intertravada com comando de partida: Forma especial de proteção com intertravamento que, uma vez fechada, gera um comando para iniciar as funções perigosas da máquina, sem a necessidade de comando adicional. As limitações e exigências para sua aplicação estão previstas na norma ABNT NBR ISO 12.100 e em outras normas específicas do tipo “c”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0124 |iteracao=124 |nivel=1 |texto=Psicofisiológico: característica que engloba o que constitui o caráter distintivo, particular de uma pessoa, incluindo suas capacidades sensitivas, motoras, psíquicas e cognitivas, destacando, entre outras, questões relativas aos reflexos, à postura, ao equilíbrio, à coordenação motora e aos mecanismos de execução dos movimentos que variam intra e inter indivíduos. Inclui, no mínimo, o conhecimento antropológico, psicológico, fisiológico relativo ao ser humano. Engloba, ainda, temas como níveis de vigilância, sono, motivação e emoção, memória e aprendizagem. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0125 |iteracao=125 |nivel=1 |texto=Pulverizador autopropelido: instrumento ou máquina utilizado na agricultura no combate às pragas da lavoura, infestação de plantas daninha e insetos. Sua maior função é permitir o controle da dosagem na aplicação de defensivos ou fertilizantes sobre determinada área. |grafico=1031 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0126 |iteracao=126 |nivel=1 |texto=Pulverizador tracionado: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de aplicar agrotóxicos. |grafico=1033 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0127 |iteracao=127 |nivel=1 |texto=Queimadura de espessura parcial superficial: queimadura em que a epiderme é completamente destruída, mas os folículos pilosos e glândulas sebáceas, bem como as glândulas sudoríparas, são poupados. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0128 |iteracao=128 |nivel=1 |texto=Rampa: meio de acesso permanente inclinado e contínuo em ângulo de lance de 0° (zero grau) a 20° (vinte graus). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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Linha 643: Linha 577:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tipo: No contexto dos AOPD (Active Opto-electronic Protective Device) - dispositivos de detecção de presença optoeletrônico ativos, “tipo” refere-se aos requisitos específicos para a concepção, construção e ensaios, tal como definido pela norma internacional IEC 61496-1 / 2, que estabelece condições óticas e de resistência a falhas. As AOPDs/cortinas de luz, quanto ao tipo, são classificadas em cortinas de luz de tipo 4 e cortinas de luz de tipo 2. As cortinas de luz de tipo 2 possuem apenas um microprocessador e utiliza o método de exclusão de falhas para assegurar a integridade da função de segurança; nas cortinas de luz do tipo 4 são alcançados altos níveis de tolerância a falhas por meio de redundância e monitoramento. Em relação à parte ótica, as cortinas de luz do tipo 2 têm um maior ângulo efetivo de abertura (EAA) ou o campo de visão emissor/receptor, sendo, portanto, mais susceptíveis a curtos-circuitos ópticos. A alteração da norma internacional IEC61496 de 2013, harmonizada em 2014, que se adequou aos conceitos previstos na norma internacional ISO 13849, determinou que cortinas de luz do tipo 2 podem atender no máximo o PL “c” e as cortinas de luz do tipo 4 podem atender o PL “e”. Monitores de área a laser (safety laser scanners) são dispositivos de detecção de presença optoeletrônicos ativos (AOPD) do tipo 3, atingindo no máximo PL “d”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0144 |iteracao=144 |nivel=1 |texto=Tipo: No contexto dos AOPD (Active Opto-electronic Protective Device) - dispositivos de detecção de presença optoeletrônico ativos, “tipo” refere-se aos requisitos específicos para a concepção, construção e ensaios, tal como definido pela norma internacional IEC 61496-1 / 2, que estabelece condições óticas e de resistência a falhas. As AOPDs/cortinas de luz, quanto ao tipo, são classificadas em cortinas de luz de tipo 4 e cortinas de luz de tipo 2. As cortinas de luz de tipo 2 possuem apenas um microprocessador e utiliza o método de exclusão de falhas para assegurar a integridade da função de segurança; nas cortinas de luz do tipo 4 são alcançados altos níveis de tolerância a falhas por meio de redundância e monitoramento. Em relação à parte ótica, as cortinas de luz do tipo 2 têm um maior ângulo efetivo de abertura (EAA) ou o campo de visão emissor/receptor, sendo, portanto, mais susceptíveis a curtos-circuitos ópticos. A alteração da norma internacional IEC61496 de 2013, harmonizada em 2014, que se adequou aos conceitos previstos na norma internacional ISO 13849, determinou que cortinas de luz do tipo 2 podem atender no máximo o PL “c” e as cortinas de luz do tipo 4 podem atender o PL “e”. Monitores de área a laser (safety laser scanners) são dispositivos de detecção de presença optoeletrônicos ativos (AOPD) do tipo 3, atingindo no máximo PL “d”. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0145 |iteracao=145 |nivel=1 |texto=Trator acavalado: trator agrícola em que, devido às dimensões reduzidas, a plataforma de operação consiste apenas de um piso pequeno nas laterais para o apoio dos pés e operação. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0146 |iteracao=146 |nivel=1 |texto=Trator agrícola: máquina autopropelida de médio a grande porte, destinada a puxar ou arrastar implementos agrícolas. Possui uma ampla gama de aplicações na agricultura e pecuária, e é caracterizado por possuir no mínimo dois eixos para pneus ou esteiras e peso, sem lastro ou implementos, maior que 600 kg (seiscentos quilogramas) e bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, maior que 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros). |grafico=1035 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0147 |iteracao=147 |nivel=1 |texto=Trator agrícola estreito: trator de pequeno porte destinado à produção de frutas, café e outras aplicações nas quais o espaço é restrito e utilizado para implementos de pequeno porte. Possui bitola mínima entre pneus traseiros, com o maior pneu especificado, menor ou igual a 1280 mm (mil duzentos e oitenta milímetros) e peso bruto total acima de 600 Kg (seiscentos quilogramas). |grafico=1038 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0148 |iteracao=148 |nivel=1 |texto=Válvula e bloco de segurança: componente conectado à máquina ou equipamento com a finalidade de permitir ou bloquear, quando acionado, a passagem de fluidos líquidos ou gasosos, como ar comprimido e fluidos hidráulicos, de modo a iniciar ou cessar as funções da máquina ou equipamento. Deve possuir monitoramento para a verificação de sua interligação, posição e funcionamento, impedindo a ocorrência de falha que provoque a perda da função de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0149 |iteracao=149 |nivel=1 |texto=Vida útil de máquina e equipamento: é aquela estimada pelo fabricante como limite temporal nos termos da norma ABNT NBR ISO 12.100:2015. Para fins de aplicação da informação prevista na alínea “p” do item 12.128, o vencimento do tempo de vida útil das máquinas e equipamentos e/ou de seus componentes relacionados com a segurança, por si, não significa a proibição da continuidade da sua utilização. Recursos técnicos podem ser usados para determinar a continuidade da utilização da máquina ou equipamento com segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0149 |iteracao=149 |nivel=1 |texto=Vida útil de máquina e equipamento: é aquela estimada pelo fabricante como limite temporal nos termos da norma ABNT NBR ISO 12.100:2015. Para fins de aplicação da informação prevista na alínea “p” do item 12.128, o vencimento do tempo de vida útil das máquinas e equipamentos e/ou de seus componentes relacionados com a segurança, por si, não significa a proibição da continuidade da sua utilização. Recursos técnicos podem ser usados para determinar a continuidade da utilização da máquina ou equipamento com segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}

Edição atual tal como às 08h55min de 26 de agosto de 2026