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Dados:ItensNR/NR12/Anexos01a04: mudanças entre as edições

De Normas Regulamentadoras
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{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. PRAZO |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008 |iteracao=8 |nivel=1 |texto=8. PRAZO |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008.0000_a |iteracao=8.a |nivel=2 |texto=A observância do disposto nos itens. 4,6 e 7 será obrigatória a partir de janeiro de 1995. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=1994-10-26 |vige=1994-10-26 |sai=2010-12-24|norma=12|origem=1 |ordena=0008.0000_a |iteracao=8.a |nivel=2 |texto=A observância do disposto nos itens. 4,6 e 7 será obrigatória a partir de janeiro de 1995. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001 |iteracao=1. |nivel=2 |texto=A) Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo quando utilizada barreira física |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A1 |iteracao=A1 |nivel=2 |texto= |grafico=238 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=QUADRO I |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A2 |iteracao=A2 |nivel=2 |texto= |grafico=1009 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores (dimensões em milímetros - mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A3 |iteracao=A3 |nivel=3 |texto= |grafico=239 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1.1 |nivel=4 |texto=Fonte: ABNT NBRNM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A4 |iteracao=A4 |nivel=4 |texto= |grafico=1010 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002 |iteracao=1.1.2 |nivel=3 |texto=Figura 1 - Alcance sobre estruturas de proteção. Para utilização do Quadro II observar a legenda da figura 1 a seguir. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000A5 |iteracao=A5 |nivel=3 |texto= |grafico=240 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001 |iteracao=1.1.2.1 |nivel=4 |texto=Legenda: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B |iteracao=B |nivel=5 |texto=B) Cálculo das distâncias mínimas de segurança para instalação de detectores de presença optoeletrônicos - ESPS usando cortina de luz - AOPD. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_a: |iteracao=1.1.2.1.a: |nivel=5 |texto=a: altura da zona de perigo |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1 |iteracao=B1 |nivel=5 |texto=1. A distância mínima na qual ESPS usando cortina de luz - AOPD deve ser posicionada em relação à zona de perigo, observará o calculo de acordo com a norma ISO 13855. Para uma aproximação perpendicular a distância pode ser calculada de acordo com a fórmula geral apresentada na seção 5 da ISO 13855, a saber: |grafico=2002 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_b: |iteracao=1.1.2.1.b: |nivel=5 |texto=b: altura da estrutura de proteção |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.1 |iteracao=B1.1 |nivel=5 |texto=1.1. A fim de determinar K, uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) deve ser usada para cortinas de luz dispostas horizontalmente. Para cortinas dispostas verticalmente, deve ser usada uma velocidade de aproximação de 2000 mm/s (dois mil milímetros por segundo) se a distância mínima for igual ou menor que 500 mm (quinhentos milímetros). Uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) pode ser usada se a distância mínima for maior que 500 mm (quinhentos milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0001.0002.0001.0000_c: |iteracao=1.1.2.1.c: |nivel=5 |texto=c: distância horizontal à zona de perigo |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.2 |iteracao=B1.2 |nivel=5 |texto=1.2. As cortinas devem ser instaladas de forma que sua área de detecção cubra o acesso à zona de risco, com o cuidado de não se oferecer espaços de zona morta, ou seja, espaço entre a cortina e o corpo da máquina onde pode permanecer um trabalhador sem ser detectado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002 |iteracao=1.2 |nivel=2 |texto=QUADRO II |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.3 |iteracao=B1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Em respeito à capacidade de detecção da cortina de luz, deve ser usada pelo menos a distância adicional C no quadro IV quando se calcula a mínima distância S. |grafico=241 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001 |iteracao=1.2.1 |nivel=3 |texto=Alcance sobre estruturas de proteção - Alto risco (dimensões em mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.4 |iteracao=B1.4 |nivel=2 |texto=1.4. Outras características de instalação de cortina de luz, tais como aproximação paralela, aproximação em ângulo e equipamentos de dupla posição devem atender às condições específicas previstas na norma ISO 13855. A aplicação de cortina de luz em dobradeiras hidráulicas deve atender à norma EN 12622. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001.0001 |iteracao=1.2.1.1 |nivel=4 |texto=Altura da estrutura de proteção b¹) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000B1.4.1 |iteracao=B1.4.1 |nivel=3 |texto=Fonte: ISO 13855 - Safety of machinery - The positioning of protective equipment in respect of approach speeds of parts of the human body. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0001.0001.0001 |iteracao=1.2.1.1.1 |nivel=5 |texto=Fonte: ABNT NBR NM-ISO 13852:2003 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C |iteracao=C |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de detectores de presença optoeletrônicos laser - AOPD em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002 |iteracao=1.2.2 |nivel=3 |texto=Figura 2 - Alcance das zonas de perigo superiores |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C1 |iteracao=C1 |nivel=3 |texto=1. As dobradeiras hidráulicas podem possuir AOPD laser de múltiplos feixes desde que acompanhado de procedimento de trabalho detalhado que atenda às recomendações do fabricante, à EN12622 e aos testes previstos neste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001 |iteracao=1.2.2.1 |nivel=4 |texto=Legenda: h: a altura da zona de perigo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.1 |iteracao=C1.1 |nivel=5 |texto=1.1. Os testes devem ser realizados pelo trabalhador encarregado da manutenção ou pela troca de ferramenta e repetidos pelo próprio operador a cada troca de ferramenta ou qualquer manutenção, e ser realizados pelo operador a cada início de turno de trabalho e afastamento prolongado da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0001 |iteracao=1.2.2.1.1 |nivel=5 |texto=Se a zona de perigo oferece baixo risco, deve-se situar a uma altura “h” igual ou superior a 2500 mm (dois mil e quinhentos milímetros), para que não necessite proteções. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.2 |iteracao=C1.2 |nivel=5 |texto=1.2. Os testes devem ser realizados com um gabarito de teste fornecido pelo fabricante do dispositivo AOPD laser, que consiste em uma peça de plástico com seções de dimensões determinadas para esta finalidade, conforme figura 3. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0002 |iteracao=1.2.2.1.2 |nivel=5 |texto=Se existe um alto risco na zona de perigo: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3 |iteracao=C1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Sistema de testes em dobradeiras hidráulicas providas de detector de presença optoeletrônico laser: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0003 |iteracao=1.2.2.1.3 |nivel=5 |texto=- a altura “h” da zona de perigo deve ser, no mínimo, de 2700 mm (dois mil e setecentos milímetros), ou |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_a |iteracao=C1.3.a |nivel=6 |texto=a) Teste 1: verificar a capacidade de detecção entre a ponta da ferramenta e o feixe de laser - o mais próximo da ferramenta. O espaço deve ser ≤ 14 mm (menor que quatorze milímetros) por toda a área da ferramenta. O teste deve ser realizado com a alça - parte cilíndrica com 14 mm (quatorze milímetros) de diâmetro do gabarito de teste, conforme veja figura 3; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0004 |iteracao=1.2.2.1.4 |nivel=5 |texto=- devem ser utilizadas outras medidas de segurança. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_b |iteracao=1.3.b |nivel=6 |texto=b) Teste 2: a seção de 10 mm (dez milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de descida da ferramenta. Em adição, a seção de 15 mm (quinze milímetros) de espessura do gabarito de teste deve passar entre as ferramentas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0002.0002.0001.0005 |iteracao=1.2.2.1.5 |nivel=5 |texto=Fonte: ABNT NBR NM-ISO 13852:2003 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C1.3.0000_c |iteracao=1.3.c |nivel=6 |texto=c) Teste 3: a seção de 35 mm (trinta e cinco milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de alta velocidade de descida do martelo. |grafico=1014 |nota= |forma= |code= |infra= |classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003 |iteracao=1.3 |nivel=2 |texto=QUADRO III |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2 |iteracao=C.2 |nivel=4 |texto=2. Nas dobradeiras hidráulicas providas de AOPD laser que utilizem pedal para acionamento de descida, este deve ser de segurança e possuir as seguintes posições: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001 |iteracao=1.3.1 |nivel=3 |texto=Alcance ao redor - movimentos fundamentais (dimensões em mm) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00a |iteracao=C.2.a |nivel=4 |texto=a) 1ª (primeira) posição = parar; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0001.0003.0001.0001 |iteracao=1.3.1.1.1.3.1.1 |nivel=8 |texto=Fonte: ABNT NBRNM-ISO 13852 - Segurança de Máquinas - Distâncias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00b |iteracao=C.2.b |nivel=4 |texto=b) 2ª (segunda) posição = operar; e |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0001 |iteracao=1.3.1.1.1 |nivel=5 |texto=B) Cálculo das distâncias mínimas de segurança para instalação de detectores de presença optoeletrônicos - ESPS usando cortina de luz - AOPD. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.00c |iteracao=C.2.c |nivel=4 |texto=c) 3ª (terceira) posição = parar em caso de emergência. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0002 |iteracao=1.3.1.1.2 |nivel=5 |texto=1. A distância mínima na qual ESPS usando cortina de luz - AOPD deve ser posicionada em relação à zona de perigo, observará o calculo de acordo com a norma ISO 13855. Para uma aproximação perpendicular a distância pode ser calculada de acordo com a fórmula geral apresentada na seção 5 da ISO 13855, a saber: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.1 |iteracao=C.2.1 |nivel=4 |texto=2.1. A abertura da ferramenta pode ser ativada, desde que controlado o risco de queda do produto em processo, com o acionamento do pedal para a 3ª (terceira) posição ou liberando-o para a 1ª (primeira) posição. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0003 |iteracao=1.3.1.1.3 |nivel=5 |texto=S = (K x T) + C |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.2 |iteracao=C.2.2 |nivel=4 |texto=2.2. Após o acionamento do atuador até a 3ª (terceira) posição, o reinício somente será possível com seu retorno para a 1ª (primeira) posição. A 3ª (terceira) posição só pode ser acionada passando por um ponto de pressão; a força requerida não deve exceder 350 N (trezentos e cinquentaNewtons). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0004 |iteracao=1.3.1.1.4 |nivel=5 |texto=Onde: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=000C2.3 |iteracao=C.2.3 |nivel=4 |texto=Fonte: EN12622 - Safety of machine tools – Hydraulic press brackes |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0005 |iteracao=1.3.1.1.5 |nivel=5 |texto=S: é a mínima distância em milímetros, da zona de perigo até o ponto, linha ou plano de detecção; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0006 |iteracao=1.3.1.1.6 |nivel=5 |texto=K: é um parâmetro em milímetros por segundo, derivado dos dados de velocidade de aproximação do corpo ou partes do corpo; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0007 |iteracao=1.3.1.1.7 |nivel=5 |texto=T: é a performance de parada de todo o sistema - tempo de resposta total em segundos; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0008 |iteracao=1.3.1.1.8 |nivel=5 |texto=C: é a distância adicional em milímetros, baseada na intrusão contra a zona de perigo antes da atuação do dispositivo de proteção. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0009 |iteracao=1.3.1.1.9 |nivel=5 |texto=1.1. A fim de determinar K, uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) deve ser usada para cortinas de luz dispostas horizontalmente. Para cortinas dispostas verticalmente, deve ser usada uma velocidade de aproximação de 2000 mm/s (dois mil milímetros por segundo) se a distância mínima for igual ou menor que 500 mm (quinhentos milímetros). Uma velocidade de aproximação de 1600 mm/s (mil e seiscentos milímetros por segundo) pode ser usada se a distância mínima for maior que 500 mm (quinhentos milímetros). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0010 |iteracao=1.3.1.1.10 |nivel=5 |texto=1.2. As cortinas devem ser instaladas de forma que sua área de detecção cubra o acesso à zona de risco, com o cuidado de não se oferecer espaços de zona morta, ou seja, espaço entre a cortina e o corpo da máquina onde pode permanecer um trabalhador sem ser detectado. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0003.0001.0001.0011 |iteracao=1.3.1.1.11 |nivel=5 |texto=1.3. Em respeito à capacidade de detecção da cortina de luz, deve ser usada pelo menos a distância adicional C no quadro IV quando se calcula a mínima distância S. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004 |iteracao=1.4 |nivel=2 |texto=QUADRO IV - Distância adicional C |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0001 |iteracao=1.4.1 |nivel=3 |texto=1.4. Outras características de instalação de cortina de luz, tais como aproximação paralela, aproximação em ângulo e equipamentos de dupla posição devem atender às condições específicas previstas na norma ISO 13855. A aplicação de cortina de luz em dobradeiras hidráulicas deve atender à norma EN 12622. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0002 |iteracao=1.4.2 |nivel=3 |texto=Fonte: ISO 13855 - Safety of machinery - The positioning of protective equipment in respect of approach speeds of parts of the human body. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de detectores de presença optoeletrônicos laser - AOPD em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004 |iteracao=1.4.4 |nivel=3 |texto=1. As dobradeiras hidráulicas podem possuir AOPD laser de múltiplos feixes desde que acompanhado de procedimento de trabalho detalhado que atenda às recomendações do fabricante, à EN12622 e aos testes previstos neste Anexo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0001 |iteracao=1.4.4.1.1 |nivel=5 |texto=1.1. Os testes devem ser realizados pelo trabalhador encarregado da manutenção ou pela troca de ferramenta e repetidos pelo próprio operador a cada troca de ferramenta ou qualquer manutenção, e ser realizados pelo operador a cada início de turno de trabalho e afastamento prolongado da máquina. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0002 |iteracao=1.4.4.1.2 |nivel=5 |texto=1.2. Os testes devem ser realizados com um gabarito de teste fornecido pelo fabricante do dispositivo AOPD laser, que consiste em uma peça de plástico com seções de dimensões determinadas para esta finalidade, conforme figura 3. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003 |iteracao=1.4.4.1.3 |nivel=5 |texto=1.3. Sistema de testes em dobradeiras hidráulicas providas de detector de presença optoeletrônico laser: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_a |iteracao=1.4.4.1.3.a |nivel=6 |texto=a) Teste 1: verificar a capacidade de detecção entre a ponta da ferramenta e o feixe de laser - o mais próximo da ferramenta. O espaço deve ser ≤ 14 mm (menor que quatorze milímetros) por toda a área da ferramenta. O teste deve ser realizado com a alça - parte cilíndrica com 14 mm (quatorze milímetros) de diâmetro do gabarito de teste, conforme veja figura 3; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_b |iteracao=1.4.4.1.3.b |nivel=6 |texto=b) Teste 2: a seção de 10 mm (dez milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de descida da ferramenta. Em adição, a seção de 15 mm (quinze milímetros) de espessura do gabarito de teste deve passar entre as ferramentas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0001.0003.0000_c |iteracao=1.4.4.1.3.c |nivel=6 |texto=c) Teste 3: a seção de 35 mm (trinta e cinco milímetros) de espessura do gabarito de teste colocado sobre a matriz - parte inferior da ferramenta - não deve ser tocada durante o curso de alta velocidade de descida do martelo. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0002 |iteracao=1.4.4.2 |nivel=4 |texto=Figura 3 — Gabarito de teste |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0003 |iteracao=1.4.4.3 |nivel=4 |texto=Legenda: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0004 |iteracao=1.4.4.4 |nivel=4 |texto=1: alça |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0005 |iteracao=1.4.4.5 |nivel=4 |texto=2. Nas dobradeiras hidráulicas providas de AOPD laser que utilizem pedal para acionamento de descida, este deve ser de segurança e possuir as seguintes posições: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0006 |iteracao=1.4.4.6 |nivel=4 |texto=a) 1ª (primeira) posição = parar; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0007 |iteracao=1.4.4.7 |nivel=4 |texto=b) 2ª (segunda) posição = operar; e |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0008 |iteracao=1.4.4.8 |nivel=4 |texto=c) 3ª (terceira) posição = parar em caso de emergência. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0009 |iteracao=1.4.4.9 |nivel=4 |texto=2.1. A abertura da ferramenta pode ser ativada, desde que controlado o risco de queda do produto em processo, com o acionamento do pedal para a 3ª (terceira) posição ou liberando-o para a 1ª (primeira) posição. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2017-07-10|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0010 |iteracao=1.4.4.10 |nivel=4 |texto=2.2. Após o acionamento do atuador até a 3ª (terceira) posição, o reinício somente será possível com seu retorno para a 1ª (primeira) posição. A 3ª (terceira) posição só pode ser acionada passando por um ponto de pressão; a força requerida não deve exceder 350 N (trezentos e cinquentaNewtons). |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0004.0011 |iteracao=1.4.4.11 |nivel=4 |texto=Fonte: EN12622 - Safety of machine tools – Hydraulic press brackes |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2016-05-02 |vige=2016-05-02 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0000_a |iteracao=1.a |nivel=2 |texto=Este anexo estabelece referências de distâncias de segurança e requisitos para máquinas e equipamentos em geral, devendo ser observadas, quando for o caso, as disposições contidas em anexos e normas específicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2016-05-02 |vige=2016-05-02 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0000_a |iteracao=1.a |nivel=2 |texto=Este anexo estabelece referências de distâncias de segurança e requisitos para máquinas e equipamentos em geral, devendo ser observadas, quando for o caso, as disposições contidas em anexos e normas específicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2017-07-10 |vige=2017-07-10 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de sistemas de segurança de detecção multizona - AOPD multizona em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2017-07-10 |vige=2017-07-10 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=1 |ordena=0001.0004.0003 |iteracao=1.4.3 |nivel=3 |texto=C) Requisitos para uso de sistemas de segurança de detecção multizona - AOPD multizona em dobradeiras hidráulicas. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 190: Linha 162:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0000_h |iteracao=1.1.h |nivel=3 |texto=h) noções sobre prestação de primeiros socorros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0000_h |iteracao=1.1.h |nivel=3 |texto=h) noções sobre prestação de primeiros socorros. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=2 |ordena=0001.0001.0001 |iteracao=1.1.1 |nivel=3 |texto=1.1.1 A etapa prática deve ser supervisionada e documentada, podendo ser realizada na própria máquina que será operada. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Figura 1: Escolha dos meios de acesso conforme a inclinação - ângulo de lance |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto= |grafico=1005 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto=Figura 2: Exemplo de escada sem espelho |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto= |grafico=1086 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Figura 3: Exemplo de escada fixa do tipo marinheiro |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto= |grafico=1087 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto=Figura 4: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=1 |texto= |grafico=1018 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Figura 5: Sistema de proteção contra quedas em plataforma. (dimensões em milímetros) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2013-12-11|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto= |grafico=1025 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-30|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=Figura 1: Escolha dos meios de acesso conforme a inclinação - ângulo de lance |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-30|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto= |grafico=1005 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0002 |iteracao=2 |nivel=1 |texto= |grafico=1086 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto=Figura 3: Exemplo de escada fixa do tipo marinheiro |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0003 |iteracao=3 |nivel=1 |texto= |grafico=1087 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_A |iteracao=4.A |nivel=2 |texto=Figura 4A: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004 |iteracao=4 |nivel=2 |texto= |grafico=1088 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_B |iteracao=4.B |nivel=2 |texto=Figura 4B: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto= |grafico=1008 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0004.0000_0000_0000_0000_C |iteracao=4.C |nivel=2 |texto=Figura 4C: Exemplo de detalhe da gaiola da escada fixa do tipo marinheiro. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2013-12-11 |vige=2013-12-11 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=3 |ordena=0005 |iteracao=5 |nivel=1 |texto=Figura 5: Sistema de proteção contra quedas em plataforma. (dimensões em milímetros) |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=1. As máquinas e equipamentos devem possuir acessos fixados e seguros a todos os seus pontos de operação, abastecimento, inserção de matérias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparação, manutenção e intervenção constante. |grafico= |nota= |forma=|code=312501-7|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001 |iteracao=1 |nivel=1 |texto=1. As máquinas e equipamentos devem possuir acessos fixados e seguros a todos os seus pontos de operação, abastecimento, inserção de matérias-primas e retirada de produtos trabalhados, preparação, manutenção e intervenção constante. |grafico= |nota= |forma=|code=312501-7|infra=2|classe=S}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=1.1 Consideram-se meios de acesso às máquinas e equipamentos, para efeitos desta NR, elevadores, rampas, passarelas, plataformas ou escadas de degraus. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=3 |ordena=0001.0001 |iteracao=1.1 |nivel=2 |texto=1.1 Consideram-se meios de acesso às máquinas e equipamentos, para efeitos desta NR, elevadores, rampas, passarelas, plataformas ou escadas de degraus. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 334: Linha 304:
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0059 |iteracao=59 |nivel=1 |texto=Feller buncher: trator florestal cortador-enfeixador de troncos para abate de árvores inteiras por meio do uso de implemento de corte com disco ou serra circular e garras para segurar e enfeixar vários troncos simultaneamente. |grafico=1023 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0060 |iteracao=60 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0061 |iteracao=61 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico=242 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0062 |iteracao=62 |nivel=1 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0063 |iteracao=63 |nivel=1 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0067 |iteracao=67 |nivel=1 |texto=4 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 1 mm (um milímetro); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0068 |iteracao=68 |nivel=1 |texto=5 - protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0069 |iteracao=69 |nivel=1 |texto=6 - totalmente protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0070 |iteracao=70 |nivel=1 |texto=2º (segundo) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto à entrada de água: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0071 |iteracao=71 |nivel=1 |texto=0 - não protegido; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0072 |iteracao=72 |nivel=1 |texto=1 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0073 |iteracao=73 |nivel=1 |texto=2 - protegido contra quedas verticais de gotas d'água para uma inclinação máxima de 15º (quinze graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0074 |iteracao=74 |nivel=1 |texto=3 - protegido contra água aspergida de um ângulo de +/- 69º (mais ou menos sessenta e nove graus); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0075 |iteracao=75 |nivel=1 |texto=4 - protegido contra projeções d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=5 - protegido contra jatos d'água; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=6 - protegido contra ondas do mar ou jatos potentes; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0078 |iteracao=78 |nivel=1 |texto=7 - protegido contra imersão; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=8 - protegido contra submersão. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0080 |iteracao=80 |nivel=1 |texto=Harvester: trator florestal cortador de troncos para abate de árvores, utilizando cabeçote processador que corta troncos um por vez, e que tem capacidade de processar a limpeza dos galhos e corte subseqüente em toras de tamanho padronizado. |grafico=1026 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2010-12-24 |vige=2010-12-24 |sai=2019-07-31|norma=12|origem=4 |ordena=0081 |iteracao=81 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
Linha 544: Linha 496:
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0075.0000_g |iteracao=75.g |nivel=2 |texto=g) se conectada na rede elétrica, é alimentada com cordão de alimentação flexível e plugue. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0076 |iteracao=76 |nivel=1 |texto=Forrageira tracionada: implemento agrícola que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de colheita ou recolhimento e trituração da planta forrageira, sendo o material triturado, como forragem, depositado em contentores ou veículos separados de transbordo. |grafico=1024 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077 |iteracao=77 |nivel=1 |texto=Grau de proteção - IP: representação numérica com dois algarismos que identificam as características do invólucro quanto à penetração de objetos sólidos ou líquidos, da maneira abaixo descrita. |grafico=242 |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0001 |iteracao=77.1 |nivel=2 |texto=1º (primeiro) algarismo - determina o grau de proteção dos equipamentos, quanto a objetos sólidos: |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0006 |iteracao=77.6 |nivel=2 |texto=4 - protegido contra objetos sólidos com diâmetro maior que 1 mm (um milímetro); |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0077.0007 |iteracao=77.7 |nivel=2 |texto=5 - protegido contra poeira; |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
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{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}
{{ItensNR |publica=2019-07-31 |vige=2019-07-31 |sai=|norma=12|origem=4 |ordena=0079 |iteracao=79 |nivel=1 |texto=Implemento Agrícola e Florestal: dispositivo sem força motriz própria que é conectado a uma máquina e que, quando puxado, arrastado ou operado, permite a execução de operações específicas voltadas para a agricultura, pecuária e florestal, como preparo do solo, tratos culturais, plantio, colheita, abertura de valas para irrigação e drenagem, transporte, distribuição de ração ou adubos, poda e abate de árvores, etc. |grafico= |nota= |forma=|code=|infra=|classe=}}

Edição atual tal como às 08h55min de 26 de agosto de 2026