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Tabelas de Recompressão do Anexo VI da NR 15

De Normas Regulamentadoras
Revisão de 08h55min de 28 de julho de 2026 por Rubinei José Weber Butzke (discussão | contribs) (Criou página com 'Instruções para uso das Tabelas de Recompressão Terapêutica 1 - Siga as tabelas de tratamento precisamente. 2 - Tenha um acompanhante qualificado dentro da câmara todo o tempo da recompressão. 3 - Mantenha as velocidades de descida e subida normais. 4 - Examine totalmente o paciente na profundidade de alívio ou de tratamento. 5 - Trate um paciente inconsciente como para embolia ou sintomas sérios, a menos que haja certeza absoluta de que tal condição seja...')
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Instruções para uso das Tabelas de Recompressão Terapêutica

1 - Siga as tabelas de tratamento precisamente.

2 - Tenha um acompanhante qualificado dentro da câmara todo o tempo da recompressão.

3 - Mantenha as velocidades de descida e subida normais.

4 - Examine totalmente o paciente na profundidade de alívio ou de tratamento.

5 - Trate um paciente inconsciente como para embolia ou sintomas sérios, a menos que haja certeza absoluta de que tal condição seja causada por outro motivo.

6 - Somente utilize as Tabelas de Tratamento com Ar quando não dispuser de oxigênio.

7 - Fique alerta para envenenamento por oxigênio se ele é utilizado.

8 - Na ocorrência de convulsões por intoxicação por oxigênio, remova a máscara oral-nasal e mantenha o paciente de forma a não se machucar.

9 - Mantenha a utilização do oxigênio dentro das limitações de profundidade e tempo.

10 - Verifique as condições do paciente antes e depois de ir para cada parada e durante as paradas mais longas.

11 - Observe o paciente pelo mínimo de 6 horas após o tratamento, atento para sintomas de recorrência.

12 - Mantenha uma acurada cronometragem dos tempos e relatórios escritos.

13 - Mantenha à mão e bem guardado o kit de socorros médicos.

14 - Não permita qualquer encurtamento ou outra alteração nas tabelas, exceto aquelas autorizadas pelo órgão competente sob a supervisão direta de um médico qualificado.

15 - Não permita ao paciente dormir entre as paradas de descompressão ou por mais de 1 hora em qualquer parada.

16 - Não espere por um ressuscitador. Inicie imediatamente o método de ressuscitação boca-a-boca no caso de parada respiratória.

17 - Não quebre o ritmo durante a ressuscitação.

18 - Não permita o uso de oxigênio em profundidades maiores que 18 metros.

19 - Instrua o paciente para reportar imediatamente os sintomas quando sentir.

20 - Não hesite em tratar casos duvidosos.

21 - Não permita ao paciente ou acompanhante a permanência em posições que possam interferir com a completa circulação sangüínea dos seus organismos.

INFORMAÇÃO CONFIRMATIVA

HISTÓRICO DO MERGULHO

Descompressão obrigatória?
Descompressão adequada?
Subida descontrolada?
Prendeu a respiração?
Causado fora do mergulho?
Mergulho repetitivo?


EXAME DO PACIENTE

Sente-se bem?
Reage e tem aparência normal?
Tem o vigor normal?
Sua sensibilidade é normal?
Seus olhos estão normais?
Seus reflexos estão normais?
Sei pulso é normal? (cardíaco)
Seu modo de andar é normal?
Sua audição está normal?
Sua coordenação motora está normal?

RELAÇÃO DAS TABELAS DE TRATAMENTO (*)

TABELA UTILIZAÇÃO
5 - TRATAMENTO, COM OXIGÊNIO DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA - DOR SOMENTE Tratamento de doença descompressiva - sintomas sérios ou dor somente usando os sintomas não são aliviados dentro de 10 minutos a 18 metros
6 - TRATAMENTO COM OXIGÊNIO, DE DOENÇAS DESCOMPRESSIVA - SITOMAS SERIOS Tratamento de doença descompressiva - sintomas sérios dor somente quando os sintomas são aliviados dentro de 10 minutos a 18 metros
6A - TRATAMENTO COM AR E OXIGÊNIO, DE EBOLSA GASOSA Tratamento de embolia gasosa. Utilize também quando incapaz de determinar quando os sintomas são causados por embolia gasosa ou grave doença descompressiva
1 A - TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇAS DESCIMPRESSIVA - DOR SOMENTE TRATAMENTO A 30 METROS Tratamento de doença descompressiva - dor somente quando não for disponível oxigênio e a dor é aliviada a profundidade maior que 20 metros
2A - TRATAMENTO, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA - DOR SOMENTE TRATAMENTO A 50 METROS Tratamento de doença descompressiva - dor somente quando não for disponível ocigênio e a dor e aliviada a profundidade maior que 20 metros
3 - TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSICA - SITOMAS SÉRIOS, OU EMBOLIA GASOSA Tratamento de doença descompressiva - sintomas sérios ou de embolia gasosa quando não for disponível oxigênio e os sintomas são aliviados dentro de 30 minutos a 50 metros
4 - TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA - SITOMAS SÉRIOS OU EMBOLIA GASOSA. Tratamento de sintomas piorando durante os primeiros 20 minutos de respiração de oxigênio a 18 metros na Tabela 6, ou quando os sintomas não são aliviados dentro de 30 minutos a 50 metros utilizar o tratamento com AR da Tabela 3

(*) As tabelas de tratamento com oxigênio são apresentadas antes das de ar porque o método de tratamento com oxigênio será sempre preferível

TABELA 5

TRATAMENTO, COM OXIGÊNIO, DE DOENÇAS DESCOMPRESSIVAS
DOR SOMENTE

Profundidade
(Metros)
Tempo
(Minutos)
Mistura
Respiratória
Tempo Total
Decorrido
(Hs:Min)
18 20 Oxigênio 0:20
18 5 Ar 0:25
18 20 Oxigênio 0:45
18 a 9 30 Oxigênio 1:15
9 5 Ar 1:20
9 20 Oxigênio 1:40
9 5 Ar 1:45
9 a 0 30 Oxigênio 2:15

1 - Tratamento de doenças descompressivas - dor somente, quando os sintomas são aliviados dentro de 10 minutos a 18 metros.

2 - Velocidade de descida = 7,5 m/min.

3 - Velocidade de subida = 0,3 m/min. Não compense em velocidades menores. Compense em velocidades maiores demorando a subida.

4 - O tempo em 18 metros inicia na chegada aos 18 metros.

5 - Se o oxigênio tiver que ser interrompido, permita 15 minutos de ar e então retorne à tabela no ponto onde foi interrompida.

6 - Se tiver que interromper o oxigênio a 18 metros troque para a Tabela 6 após a chegada à parada de 9 metros.

7 - O acompanhante deve respirar ar. Se o tratamento é um mergulho repetitivo para o acompanhante ou as tabelas forem prolongadas, o acompanhante deve respirar oxigênio durante os últimos 30 minutos até a superfície.

TABELA 6
REGIME DE TRABALHO INTERMITENTE COM DESCANSO NO PRÓPRIO LOCAL DE TRABALHO (por hora) TIPO DE ATIVIDADE
LEVE MODERADA PESADA
Trabalho contínuo até 30,0 até 26,7 até 25,0
45 minutos trabalho
15 minutos descanso
30,1 à 30,6 26,8 à 28,0 25,1 à 25,9
30 minutos trabalho
30 minutos descanso
30,7 à 31,4 28,1 à 29,4 26,0 à 27,9
15 minutos trabalho
45 minutos descanso
31,5 à 32,2 29,5 à 31,1 28,0 à 30,0
Não é permitido o trabalho, sem a adoção de medidas adequadas de controle acima de 32,2 acima de 31,1 acima de 30,0
QUADRO Nº 2
M (Kcal/h) MÁXIMO IBUTG
175 30,5
200 30,0
250 28,5
300 27,5
350 26,5
400 26,0
450 25,5
500 25,0

Onde: M é a taxa de metabolismo média ponderada para uma hora, determinada pela seguinte fórmula:

M =
Mt x Tt + Md x Td
60

Sendo:

  • Mt - taxa de metabolismo no local de trabalho.
  • Tt - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de trabalho.
  • Md - taxa de metabolismo no local de descanso.
  • Td - soma dos tempos, em minutos, em que se permanece no local de descanso.


IBUTG é o valor IBUTG médio ponderado para uma hora determinado pela seguinte fórmula:

IBUTG =
IBUTGt x Tt + IBUTGd x Td
60

sendo:

  • IBUTGt - valor do IBUTG no local de trabalho.
  • IBUTGd - valor do IBUTG no local de descanso.
  • Tt e Td - como anteriormente definidos.

Os tempos Tt e Td devem ser tomados no período mais desfavorável do ciclo de trabalho, sendo Tt + Td = 60 minutos corridos.

TAXAS DE METABOLISMO POR TIPO DE ATIVIDADE
TIPO DE ATIVIDADE Kcal/h
SENTADO EM REPOUSO 100
TRABALHO LEVE
Sentado, movimentos moderados com braços e tronco (ex.: datilografia) 125
Sentado, movimentos moderados com braços e pernas (ex.: dirigir) 150
De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços. 150
TRABALHO MODERADO
Sentado, movimentos vigorosos com braços e pernas. 180
De pé, trabalho leve em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 175
De pé, trabalho moderado em máquina ou bancada, com alguma movimentação. 220
Em movimento, trabalho moderado de levantar ou empurrar. 300
TRABALHO PESADO
Trabalho intermitente de levantar, empurrar ou arrastar pesos (ex.: remoção com pá). 440
Trabalho fatigante 550


TABELA 1A
TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA
DOR SOMENTE TRATAMENTO A 30 METROS
PROFUNDIDADE
(METROS)
TEMPO
(MINUTOS)
MISTURA
RESPIRATÓRIA
TEMPO TOTAL
DECORRIDO
(Hs : MIN)
30 30 AR 0:30
24 12 AR 0:43
18 30 AR 1:14
15 30 AR 1:45
12 30 AR 2:16
9 60 AR 3:17
6 60 AR 4:18
3 120 AR 6:19
0 1 AR 6:20

1 - Tratamento de doença descompressiva - dor somente, quando não se dispuser de oxigênio e a dor é aliviada à profundidade menor que 20 metros.

2 - Velocidade de descida = 7,5 m/min.

3 - Velocidade de subida = 1 minuto entre cada parada.

4 - O tempo a 30 metros inclui o tempo desde a superfície.

5 - Se a configuração das tubulações da câmara não permite o retorno à superfície desde os 3 metros dentro de 1 minuto como específico, não considere o tempo adicional requerido.

TABELA 2A
TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA
DOR SOMENTE TRATAMENTO A 50 METROS
PROFUNDIDADE
(METROS)
TEMPO
(MINUTOS)
MISTURA
RESPIRATÓRIA
TEMPO TOTAL
DECORRIDO
(Hs : MIN)
50 30 AR 0:30
42 12 AR 0:43
36 12 AR 0:56
30 12 AR 1:09
24 12 AR 1:22
18 30 AR 1:53
15 30 AR 2:24
12 30 AR 2:55
9 120 AR 4:56
6 120 AR 6:57
3 240 AR 10:58
3 a 0 1 AR 10:59

1 - Tratamento de doença descompressiva - dor somente, quando não tiver disponível oxigênio e a dor é aliviada a uma profundidade maior que 20 metros.

2 - Velocidade de descida = 7,5 m/min.

3 - Velocidade de subida = 1 minuto entre cada parada.

4 - Tempo a 50 metros - inclui o tempo desde a superfície.

TABELA 3
TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA
SINTOMAS SÉRIOS OU EMBOLIA GASOSA
PROFUNDIDADE
(METROS)
TEMPO MISTURA
RESPIRATÓRIA
TEMPO TOTAL
DECORRIDO
(Hs : MIN)
50 30 min AR 0:30
42 12 min AR 0:43
36 12 min AR 0:56
30 12 min AR 1:09
24 12 min AR 1:22
18 30 min AR 1:53
15 30 min AR 2:24
12 30 min AR 2:55
9 12h AR 14:56
6 2h AR 16:57
3 2h AR 18:58
3 a 0 1 min AR 18:59

1 - Tratamento de doença descompressiva - sintomas sérios ou embolia gasosa, quando não dispuser de oxigênio e os sintomas são aliviados dentro de 30 minutos a 50 metros.

2 - Velocidade de descida = a mais rápida que o paciente puder suportar.

3 - Velocidade de subida = 1 minuto entre cada parada.

4 - O tempo a 5 metros inclui o tempo desde a superfície.


TABELA 4
TRATAMENTO, COM AR, DE DOENÇA DESCOMPRESSIVA
SINTOMAS SÉRIOS OU EMBOLIA GASOSA
PROFUNDIDADE
(METROS)
TEMPO MISTURA
RESPIRATÓRIA
TEMPO TOTAL
DECORRIDO
(Hs : MIN)
50 1/2 a 2 h AR 2:00
42 1/2 h AR 2:31
36 1/2 h AR 3:02
30 1/2 h AR 3:33
24 1/2 h AR 4:04
18 6 h AR 10:05
15 6 h AR 16:06
12 6 h AR 22:07
9 11 h AR 33:08
9 1 h OXIGÊNIO (OU AR) 34:08
6 1 h AR 35:09
6 1 h OXIGÊNIO (OU AR) 36:09
3 1 h AR 37:10
3 1 h OXIGÊNIO (OU AR) 38:10
3 a 0 1 min OXIGÊNIO (OU AR) 38:11

1 - Tratamento de sintomas piorando durante os primeiros 20 minutos de respiração do oxigênio a 18 metros na Tabela 6 ou quando os sintomas não são aliviados dentro de 30 minutos a 50metros, utilizando o tratamento com ar da Tabela 3.

2 - Velocidade de descida = a mais rápida que o paciente puder suportar.

3 - Velocidade de subida = 1 minuto entre cada parada.

4 - O tempo a 50 metros inclui o tempo desde a superfície.

QUADRO Nº 2
L.T.
(pp ou mg/m³)
F.D.
0 a 1 3
1 a 10 2
10 a 100 1,5
100 a 1000 1,25
acima de 1000 1,1

Valor máximo = L.T. x F. D.

Onde:

L.T. = limite de tolerância para o agente químico, segundo o Quadro n.° 1.

F.D. = fator de desvio, segundo definido no Quadro n.° 2.



AGENTES QUÍMICOS Valor
teto
Absorção
também
p/pele
Até 48
horas/semana
Grau de
insalubridade a
ser considerado
no caso de sua
caracterização
ppm mg/m³
Acetaldeído 78 140 máximo
Acetato de celosolve + 78 420 médio
Acetato de éter monoetílico de etileno glicol (vide acetato de celosolve) - - -
Acetato de etila 310 1090 mínimo
Acetato de 2-etóxi etila (vide acetato de celosolve) - - -
Acetileno Asfixiante simples -
Acetona 780 1870 mínimo
Acetonitrila 30 55 máximo
Ácido acético 8 20 médio
Ácido cianídrico + 8 9 máximo
Ácido clorídrico + 4 5,5 máximo
Ácido crômico (névoa) - 0,04 máximo
Ácido etanóico (vide ácido acético) - - -
Ácido fluorídrico 2,5 1,5 máximo
Ácido fórmico 4 7 médio
Ácido metanóico (vide ácido fórmico) - - -
Acrilato de metila + 8 27 máximo
Acrilonitrila + 16 35 máximo
Álcool isoamílico 78 280 mínimo
Álcool n-butílico + + 40 115 máximo
Álcool isobutílico 40 115 médio
Álcool sec-butílico (2-butanol) 115 350 médio
Álcool terc-butílico 78 235 médio
Álcool etílico 780 1480 mínimo
Álcool furfurílico + 4 15,5 médio
Álcool metil amílico (vide metil isobutil carbinol) - - -
Álcool metílico + 156 200 máximo
Álcool n-propílico + 156 390 médio
Álcool isopropílico + 310 765 médio
Aldeído acético (vide acetaldeído) - - -
Aldeído fórmico (vide formaldeído) - - -
Amônia 20 14 médio
Anidrido sulfuroso (vide dióxido de enxofre) - - -
Anilina + 4 15 máximo
Argônio Asfixiante simples -
Arsina (arsenamina) 0,04 0,16 máximo
Brometo de etila 156 695 máximo
Brometo de metila + 12 47 máximo
Bromo 0,08 0,6 máximo
Bromoetano (vide brometo de etila) - - -
Bromofórmio + 0,4 4 médio
Bromometano (vide brometo de metila) - - -
1,3 Butadieno 780 1720 médio
n-Butano 470 1090 médio
n-Butanol (vide álcool n-butílico) - - -
sec-Butanol (vide álcool sec-butílico) - - -
Butanona (vide metil etil cetona) - - -
1-Butanotiol (vide butil mercaptana) - - -
n-Butilamina + + 4 12 máximo
Butil celosolve + 39 190 médio
n-Butil mercaptana 0,4 1,2 médio
2-Butóxi etanol (vide butil celosolve) - - -
Celosolve (vide 2-etóxi etanol) - - -
Chumbo - 0,1 máximo
Cianeto de metila (vide acetonitrila) - - -
Cianeto de vinila (vide acrilonitrila) - - -
Cianogênio 8 16 máximo
Ciclohexano 235 820 médio
Ciclohexanol 40 160 máximo
Ciclohexilamina + 8 32 máximo
Cloreto de carbonila (vide fosgênio) - - -
Cloreto de etila 780 2030 médio
Cloreto de fenila (vide cloro benzeno) - - -
Cloreto de metila 78 165 máximo
Cloreto de metileno 156 560 máximo
Cloreto de vinila + 156 398 máximo
Cloreto de vinilideno 8 31 máximo
Cloro 0,8 2,3 máximo
Clorobenzeno 59 275 médio
Clorobromometano 156 820 máximo
Cloroetano (vide cloreto de etila) - - -
Cloroetílico (vide cloreto de vinila) - - -
Clorodifluorometano (freon 22) 780 2730 mínimo
Clorofórmio 20 94 máximo
1-Cloro 1-nitropropano 16 78 máximo
Cloropreno + 20 70 máximo
Cumeno + 39 190 máximo
Decaborano + 0,04 0,25 máximo
Demeton + 0,008 0,08 máximo
Diamina (vide hidrazina) - - -
Diborano 0,08 0,08 máximo
1,2-Dibromoetano + 16 110 médio
o-Diclorobenzeno 39 235 máximo
Diclorodifluorometano (freon 12) + 780 3860 mínimo
1,1 Dicloroetano 156 640 médio
1,2 Dicloroetano 39 156 máximo
1,1 Dicloroetileno (vide cloreto de vinilideno) - - -
1,2 Dicloroetileno 155 615 médio
Diclorometano (vide cloreto de metileno) - - -
1,1 Dicloro-1-nitroetano + 8 47 máximo
1,2 Dicloropropano 59 275 máximo
Diclorotetrafluoretano (freon 114) 780 5460 mínimo
Dietil amina 20 59 médio
Dietil éter (vide éter etílico) - - -
2,4 Diisocianato de tolueno (TDI) + 0,016 0,11 máximo
Diisopropilamina + 4 16 máximo
Dimetilacetamida + 8 28 máximo
Dimetilamina 8 14 médio
Dimetilformamida 8 24 médio
1,1 Dimetil hidrazina + 0,4 0,8 máximo
Dióxido de carbono 3900 7020 mínimo
Dióxido de cloro 0,08 0,25 máximo
Dióxido de enxofre 4 10 máximo
Dióxido de nitrogênio + 4 7 máximo
Dissulfeto de carbono + 16 47 máximo
Estibina 0,08 0,4 máximo
Estireno 78 328 médio
Etanal (vide acetaldeído) - - -
Etano Asfixiante simples -
Etanol (vide etílico) - - -
Etanotiol (vide etil mercaptana) - - -
Éter dicloroetílico + 4 24 máximo
Éter etílico 310 940 médio
Éter monobutílico do etileno glicol (vide butil celosolve) - - -
Éter monoetílico do etileno glicol (vide celosolve) - - -
Éter monometílico do etileno glicol (vide metil celosolve) - - -
Etilamina 8 14 máximo
Etilbenzeno 78 340 médio
Etileno Asfixiante simples -
Etilenoimina + 0,4 0,8 máximo
Etil mercaptana 0,4 0,8 médio
n-Etil morfolina + 16 74 médio
2-Etoxietanol + 78 290 médio
Fencl + 4 15 máximo
Fluorotriclorometano (freon 11) 780 4370 médio
Formaldeído (formol) + 1,6 2,3 máximo
Fosfina (fosfamina) 0,23 0,3 máximo
Fosgênio 0,08 0,3 máximo
Freon 11 (vide fluorotriclorometano) - - -
Freon 12 (vide diclorodifluorometano) - - -
Freon 22 (vide clorodifluorometano) - - -
Freon 113 (vide 1,1,2,tricloro-1,2,2-trifluoretano) - - -
Freon 114 (vide diclorotetrafluoretano) - - -
Gás amoniaco (vide amônia) - - -
Gás carbônico (vide dióxido de carbono) - - -
Gás cianídrico (vide ácido cianídrico) - - -
Gás clorídrico (vide ácido clorídrico) - - -
Gás sulfídrico 8 12 máximo
Hélio Asfixiante simples -
Hidrazina + 0,08 0,08 máximo
Hidreto de antimônio (vide estibina) - - -
Hidrogênio Asfixiante simples -
Isobutanol (vide álcool isobutílico) - - -
Isopropilamina 4 9,5 médio
Isopropil benzeno (vide cumeno) - - -
Mercúrio (todas as formas exceto orgânicas) - 0,04 máximo
Metacrilato de metila 78 320 mínimo
Metano Asfixiante simples -
Metanol (vide álcool metílico) - - -
Metilamina 8 9,5 máximo
Metil celosolve + 20 60 máximo
Metil ciclohexanol 39 180 médio
Metilcloroformio 275 1480 médio
Metil demeton + - 0,4 máximo
metil etil cetona 155 460 médio
Metil isobutilcarbinol + 20 78 máximo
Metil mercaptana (metanotiol) 0,4 0,8 médio
2-Metoxi etanol (vide metil celosolve) - - -
Monometil hidrazina + + 0,16 0,27 máximo
Monóxido de carbono 39 43 máximo
Negro de fumo - 3,5 máximo
Neônio Asfixiante simples -
Níquel carbonila (níquel tetracarbonila) 0,04 0,28 máximo
Nitrato de n-propila 20 85 máximo
Nitroetano 78 245 médio
Nitrometano 78 195 máximo
1,1,2,2-Tetrabromoetano 0,8 11 médio
1- Nitropropano 20 70 médio
2 - Nitropropano 20 70 médio
Óxido de etileno 39 70 máximo
Óxido nítrico (NO) 20 23 máximo
Óxido nitroso (N₂O) Asfixiante simples -
Ozona 0,08 0,16 máximo
Pentaborano 0,004 0,008 máximo
n-Pentano 470 1400 mínimo
Percloroetileno + 78 525 médio
Piridina 4 12 máximo
n-propano Asfixiante simples -
n-Propanol (vide álcool n-propílico) - - -
iso-Propanol (vide álcool isopropílico) - - -
Propanona (vide acetona) - - -
Propileno Asfixiante simples -
Propileno imina + 1,6 4 máximo
Sulfato de dimetila + 0,08 0,4 máximo
Sulfeto de hidrogênio (vide gás sulfídrico) - - -
Systox (vide demeton) - - -
1,1,2,2,Tetrabromoetano 0,8 11 médio
Tetracloreto de carbono + 8 50 máximo
Tetracloroetano + 4 27 máximo
Tetracloroetileno (vide percloroetileno) - - -
Tetrahidrofurano 156 460 máximo
Tolueno (toluol) + 78 290 médio
Tolueno-2,4-diisocianato (TDI) (vide 2,4 diisocianato de tolueno) - - -
Tribromometano (vide bromofórmio) - - -
Tricloreto de vinila (vide 1,1,2 tricloroetano) - - -
1,1,1 Tricloroetano (vide metil clorofórmio) - - -
1,1,2 Tricloroetano + 8 35 médio
Tricloroetileno 78 420 máximo
Triclorometano (vide clorofórmio) - - -
1,2,3 Tricloropropano 40 235 máximo
1,1,2 Tricloro-1,2,2 trifluoretano (freon 113) 780 5930 médio
Trietilamina 20 78 máximo
Trifluoromonobromometano 780 4760 médio
Vinibenzeno (vide estireno) - - -
Xileno (xilol) + 78 340 médio

Notas: ppm - partes de vapor ou gás por milhão de partes de ar contaminado. mg/m³ - miligramas por metro cúbico de ar.